Prime Rock Brasil => Um resumo do que rolou na Pedreira Paulo Leminski

prime rock brasil

Sábado (8) foi um dia bastante especial em Curitiba. Lendas do rock nacional se reuniram sob um sol de rachar e tocaram por mais de 12 horas na Pedreira Paulo Leminski, celebrando suas obras no festival Prime Rock Brasil.

Segue abaixo um relato do que rolou em cada apresentação, organizado em ordem qualitativa (de acordo com a minha opinião, sempre bom frisar). Infelizmente o físico me impediu de ver os últimos atos do evento – Jota Quest e Capital Inicial. Estes fico devendo. Continuar lendo

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1001 grandes álbuns desse mundão (parte 22)

u2 zooropaE a lista atravessa mais um ano! Chegamos ao último mês de 2018 ainda com mais da metade do trabalho a fazer. Mas vamos dar tempo ao tempo. Importa agora desenrolar a parte 22 dos 1001 grandes álbuns desse mundão. Continuar lendo

Com André Frateschi regendo plateia da Live Curitiba, Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá mostram força da discografia da Legião Urbana

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(Foto: Guilherme Mattar)

Não tem jeito: a Legião Urbana é o maior conjunto da história da música brasileira. Não do rock. Não do pop. Da música nacional como um todo, mesmo. Nem a ausência corpórea do líder Renato Russo diminui tal fato.

Pelo contrário. Sua falta é que salienta o estofo da obra legionária. Pois Dado Villa-Lobos Marcelo Bonfá conseguem, apenas eles da formação clássica, fazer a maioria da plateia cantar absolutamente todas as canções executadas na Live Curitiba. De cabo a rabo. Das mais herméticas aos hinos mais inapeláveis. Continuar lendo

As 5 melhores músicas compostas por Liam Gallagher no Oasis

Liam Gallagher AFP

(Crédito: AFP)

Nem só de Noel viveu o grupo mais bem sucedido do britpop. A partir do quarto disco de inéditas, Standing on the Shoulder of Giants (2000), o principal compositor britânico da virada do século XX abriu fendas no controle criativo do Oasis, incitando os colegas a escrever.

Nisto floresceu o lado autor de Liam Gallagher. Continuar lendo

Contos e afins => México Zinho

Eu não entendo. O sol diz outubro. O calendário diz outubro. Até a rede esfarelada das barbas-de-velho-meio-cinza-meio-mareladas-de-tanto-tédio lá no quintal diz outubro. Meus dentes careados, refestelados de tártaro, amarguinho na descida, chocolate mal dormido, dizem outubro. E cadê outubro, cacete? Primavera, porra! Continuar lendo

Summer Break Festival => Em Curitiba, Noel Gallagher toca setlist mais focado na carreira solo

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(Foto: Guilherme Mattar)

Abrindo ao U2 em São Paulo, ano passado, Noel Gallagher destinou quase metade do repertório à banda que o consagrou. Agora, em Curitiba, o valor relativo do antigo trabalho caiu a um terço. Continuar lendo

1001 grandes álbuns desse mundão (parte 21)

um expresso vermelhoNa penúltima parte compartilhada no ano de dois mil e dozoito depois de Cristo, a lista dos 1001 grandes álbuns desse mundão fecha bonito com o gênero roqueiro.

Algumas obras adentram outras searas sonoras, tais como jazz e soul e MPB, mas a maioria fica no lance rock-and-rolleiro mesmo.

Espero que curta. Continuar lendo

Roger Waters, Couto Pereira, Curitiba => Entretenimento e consciência juntos em prol da arte

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Interlúdio de Dogs, parodiando o fim do livro A Revolução dos Bichos, de George Orwell (Foto: Guilherme Mattar)

Podemos repartir a arte musical, grosso modo, em dois grandes gêneros: entretenimento e canções conscientes. Aquelas nos ajudando a esquecer os problemas, estas lembrando-os na marra.

Pink Floyd se notabilizou por ambos, amarrando conceitos líricos densos num verdadeiro espetáculo de luzes, sons e estruturas. Pegada que Roger Waters manteve na vida-pós Gilmour, Wright e Mason. Continuar lendo