Contos e afins => Criminalidade

eclipse-solar

Magina a doideira
Loucurada que seria
A fervura ficar fria
Tapar o Sol cuma peneira

Magina que estranho
Nada da vida procurar
Além de cama, mesa e banho
Lugar batuta pra sentar

Magina o barulho
Que de certo ia fazer
Ignorar diboa o tempo
Nem aí pra envelhecer

Quem sabe alguém insista
Remar contra a maré
Acompanhar o zé mané
Na dialética contrabandista

Quem sabe alguém concorde
Com todo o desapego
E também não se incomode
Em falar um baita grego

Quem sabe alguém perceba
Grandes bosta parecer
Julgar o que tem, o que se vê
O que importa mesmo é ser

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