Contos e afins => Sent ido

seta_esquerdaRio azul, pra combinar com o amarelo cafezeiro dos dentes e fazer Brasil sil sil. Sabe Deus o que pode acontecer ao se ingerir o nó de adormecer, né não?

Aliteração. Um bando de vogais se juntam e começam a falar mal das frases vizinhas. “Alá, que sujeito mais oculto…”. “Pois é, assim nem dá pra ver se tem predicado”. Tudo indeterminado na análise direta do objeto.

Sem tido nenhum nem ranhura na gravura pura da textura. Aposto que o professor deve estar com as têmporas latejando de raiva, porque onde já civil fazer rima tão fugaz, que nem acompanha o ritmo do restante escrito naquilo que em breve vai pra estante? Barrabás…

Menos é mais apenas pra quem pode dar conta. Todo aquele nacionalismo facial de nada serve, na real. Etcetera, etcetera, tal e coisa, talvez as linhas fiquem tortas no meio de tanta palavra escalavrada sem vírgula nem nada cansativa impermeada. Pau-brasil demais pro universo parnasiano dela.

Apago a luz e acendo a vela. Nunca reparei no tão branco o tom da bendita quando içada. Interessante.

Som ambiente ou música oriental? Lounge, talvez, tipo consulta de dentista. Clima intimista em meio ao bando velho daquele bando de revista. Ops, melhor falar baixo. Tão observando. Me julgando.

Só espero que não ataquem. Sei lá. Desde que vi aquele filme do Hitchcock, tenho pavor até de pomba. Desprendimento demais da norma dá nisso. Ficção vira realidade e fixação.

Locurada pura, mermão.

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