Contos e afins => Caos à morte’s

lápide

(Foto: pedradosapato.wordpress.com)

Conheci uma pessoa que não tinha ideias
Morava numa casa donde jamais férias
Café aguado mal podia ficar em pé

Estranhezas dominavam tal massa cinzenta
Bem-te-vis comemorando o levante que Sol esquenta
Pra ele nada mais que albinos paquidermes desprovidos de fé

Morreu braço cruzado e mão sustente
Envergando pesada cabeça prepotente

O porquê daquilo ninguém entende
Se vazia afinal a mente
Por que raios tal posição pensante?

Cantam artistas afora aí que tem a ver com o inédito semblante

Sorrir parassimpático qual boêmio lado-a-lado-de-um-bar
Complexo teria sido ao sistema nervoso aguentar

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