Contos e afins => Aurora

nascer do solComo é bonito o nascer do Sol, né? Vento suave contra a epiderme, contrastando o último frio da madrugada rente ao primeiro calor da manhã… Plexo solar em harmonia junto ao canto passaril, relaxando a tensão das horas freadas numa mesma posição sonífera.

Poesia gratuita e pra todos.

Nem mesmo o arroubo dos sinais iniciais da fome, ou o crescente pulsar acelerar dos carros despertos, tira a graça do poema matutino. Uma prova? Repare bem na feição de cada cidadão quando cidadela afora trotar:

Carrancuda-café chucro no pontapé inicial.

Esperançosa-capuccino cremoso a cada desaparecer suave das marcas de travesseiro.

O movimento rotacional se repete viciante. Nunca vicioso. Pois onde a ciência bota método racional, nós pobres mortais simplórios e atuais carregamos de subjetividade no olhar. E não há nada tão belo tal o singular do prosaico.

Que o diga o nascer do Sol de amanhã.

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