As 10 melhores músicas desconhecidas dos Rolling Stones

stonesDe uma coisa o fã de rock n’ roll não pode reclamar: a discografia dos Rolling Stones é mais farta do que a sala de títulos italianos da Juventus.

Resolvi portanto dar aquela famosa ~~garibada~~ pelas gravinas dos caboclos e elenquei 10 canções mui marotas, que ficaram ali, escondidinhas atrás da moita musical, enquanto as Brown Sugar’s da vida monopolizavam os holofotes.

Eis as eleitas, em ordem cronológica:

10. Now I’ve Got a Witness (Like Uncle Phil and Uncle Gene)

Instrumental do álbum de estreia, The Rolling Stones (1964). Creditada sob o pseudônimo Nanker Pheldge – nome que os caras usavam no começo da carreira, quando compunham algo muito similar ao som que lhes serviu de inspiração.

9. Around and Around

Cover de Chuck Berry, posto originalmente no EP Five by Five (1964). Adiante, entrou no LP 12 X 5 (1964), lançado nos States.

8. Mother’s Little Helper

Abertura legalzinha da versão britânica de Aftermath (1966). Mostra os Stones saindo do yeah-yeah-yeah e buscando coisas novas, lirica e melodicamente.

7. Cool, Calm & Collected

Between the Buttons avançou na psicodelia que bateu forte na Terra da Rainha nos idos de 1967. De todas da bolacha, esta talvez tenha o arranjo mais ozado.

6. Dancing with Mr. D

Pérola de Goats Head Soup (1973). Intro matadora.

5. Fingerprint File

Apesar do nome, It’s Only Rock n’ Roll (1974) mostrou sonoridades amplas, dando espaço até mesmo ao dance/funk da meninona acá, que encerra o disco.

4. Hey Negrita

Rock bacana temperado de latinidade. De Black and Blue (1976).

3. Slave

Surgida em 1975, foi encarada por bom tempo como uma mera jam, inacabada. Aí a água bateu na bunda e eles precisaram revirar as gavetas pra completar Tattoo You (1981). Pete Townshend ajudou nos backing vocals.

2. Terrifying

Pop dançante de Steel Wheels (1989), que recolocou as pedras rolantes nos eixos, após turbulências nos anos 80.

1. It Won’t Take Long

Timbres de guitarra remetendo à era clássica? Refrão de arena? Em A Bigger Bang (2005), temos sim, senhor!

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