Antes de se tornar lenda no Botafogo, Nílton Santos tentou a sorte no Fluminense

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Arquivo Público do Estado de São Paulo. Memória Pública – Jornal Última Hora.

Não é à toa que Nílton Santos batiza estádio onde o Botafogo fez casa. Em General Severiano (e na Seleção Brasileira), o mancebo virou o maior lateral-esquerdo já visto pelo mundo da bola.

Acontece que a bela história bem podia ser outra. Pois antes do Fogão, a Enciclopédia tentou a sorte no Fluminense.

Conforme narram João Máximo e Marcos de Castro no livro Gigantes do Futebol Brasileiro, o então ponta-esquerda de 22 anos acabara de largar a Aeronáutica e voltara ao Flecheiras (Flexeiras, dependendo da fonte), time da sua Ilha do Governador/RJ. O São Cristóvão o queria, mas os amigos e o major Honório Magalhães, dos tempos de caserna, achavam que tinha bala pra mais. Pra clube grande.

Ele então se dirigiu às Laranjeiras fazer teste. Viu por lá craques do quilate de Orlando Pingo de Ouro e Ademir de Menezes, que lhe pareceram intimidadores, e encabulou. Vazou do Flu sem nem trajar o uniforme.

Aí a Estrela Solitária apareceu. Major Honório era sobrinho de Bento Ribeiro, conselheiro botafoguense, e dele arrancou uma carta de recomendação ao ex-comandado. Nílton treinou, agradou ao técnico Zezé Moreira e ficou. De 1948 a 1964.

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