Black Dog => John Paul Jones brinda o Led Zeppelin com um dos melhores riffs da história do rock

john-paul-jones-playingNem só de Jimmy Page vinham os riffs grandiloquentes do Led Zeppelin. Taí o quarto álbum dos guris pra deixar claro.

O mais celebrado disco dos bretões conta com um lick que permeia a mente dos adeptos do rock. Daqueles icônicos, logo de cara reconhecidos e admirados:

Black Dog. Obra de John Paul Jones.

Jones criou o dito cujo malandramente, querendo tirar os fãs da zona de conforto, impedindo-os de dançar no groove. John Bonham penou um bocado, mas por fim deu jeito de tocar as quebras de ritmo nas baquetas. Muitíssimo bem, aliás.

Além do baixo fluido do arquiteto do riff crucial, Black Dog tem outras características marcantes – vocais de Robert Plant moldados no call-and-response (canto separado do instrumental dominante) e guitarras agressivas de Page.

Reza a lenda que o tempo intrincado proposto por John Paul visava, também, complicar bandas cover na hora de performar a canção. Dificuldades à parte, ela hoje é obrigatória no set dos grupos-tributo de respeito.

Ah, o título… Foi inspirado na lenda britânica do cão fantasma (cuja aparição traz mau agouro) e num velho labrador preto que perambulava Headley Grange, casa inglesa onde rolaram as gravações. Tal como o protagonista da letra, o dog tinha urgências, digamos, mundanas: costumava visitar uma consorte canina nos arrabaldes e voltava acabado, mal conseguindo andar.

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