Paraná Clube, 2000 => Embalado na Copa João Havelange, Tricolor ficou a um gol de eliminar o campeão Vasco nas quartas

parana-clube-2000A incrível campanha do São Caetano não foi a única coisa legal da louca Copa João Havelange.

Vindo da segunda divisão, o Paraná Clube escreveu outro capítulo marotíssimo no Brasileirão de 2000, passando perto de chegar às semifinais.

Pois faltou pouco mesmo pro Paranito eliminar o futuro campeão Vasco de Helton, Junior Baiano, Juninhos Paulista e Pernambucano, Euller e Romário precocemente, nas quartas. Levou 3×1 no Rio de Janeiro e, na volta, ganhou por 1×0 no Couto Pereira.

Conforme o critério do gol qualificado, avançaria anotando o segundo no Alto da Glória. E olha, tentativa não faltou. Os 15 minutos derradeiros foram de intensa pressão. Mas não deu.

Apesar do quase, o playoff resolutivo do Havelanjão reservou também alegrias aos vermelhos, azuis e brancos.

Nas oitavas, o caçula do Trio de Ferro encarou o favorito Goiás, quarto colocado do Módulo Azul, equivalente à Série A. Empatou por 1×1 na Vila Capanema e, adiante, foi ao intervalo no Serra Dourada amargando o mortal placar zerado. Aí marcou três vezes e seguiu vivo categoricamente, impondo placar clássico a Harlei, Josué, Danilo, Evair, Dill, Araújo, Fernandão e companhia.

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(Crédito: Agência Estado)

BI NA SÉRIE B

O elenco treinado por Geninho tinha bons nomes, como o goleiro Marcos e o meia Lúcio Flávio. Gil Baiano, Nem, André DiasHélcio, Fernando Miguel, Frédson e Reinaldo também estavam no grupo que conquistou o Módulo Amarelo e disputou o mata-mata decisivo.

Interessante pensar que o Tricolor venceu o certame da Segundona justo sobre o mítico São Caetano, fora de casa. Àquela fase, aliás, a Gralha se notabilizou por reverter complicações enquanto visitante.

Classificou-se em terceiro no Grupo A do Módulo e, pelo playoff da divisão, bateu Anapolina e Bangu sem problemas. Nas semi e na final, porém, precisou correr atrás do prejuízo longe do estado natal.

Primeiro, contra o Remo, compensou 0x0 na Vila com um 2×1 perante 55 mil torcedores no Pará. Depois meteu 3×1 no Azulão em pleno Parque Antártica, vindo de um 1×1 em Curitiba.

 


PS: Embora a etapa de módulos simulasse as divisões da bola nacional, na prática a Copa João Havelange não as tinha. Tanto que, no mata-mata agudo, entraram quatro agremiações fora da elite: as três melhores do Módulo Amarelo (Paraná, São Caetano e Remo) e a ganhadora dos Módulos Verde e Branco (Malutrom), que representavam a Série C.

Houve possibilidade (veja só) de o atual Jotinha, saído da Terceirona, eliminar o pontuador-mor do Módulo Azul, Cruzeiro, e brigar à vera pelo caneco. Falo disso no texto acá.

 

 

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