Contos e afins => Relativística

relativística

(Foto: mundoeducacao.bol.uol.com.br)

Todo trabalhado na proparoxítona, vou-me indo nesse passo skânquico (ou chíquico, de acordo com sua preferência cínica. Ou clínica).

Posto isto, construo passos pela vida física como quem percorre o Largo procurando, trêbado, a falta de juízo que faltou no sábado. Sábado passado e futuro, porque logo logo a situação se repete em todo o esplendor típico da relativística.

Galhofo esplendoroso fitando a palheta mastigada antagônica, mergulhada nos calos quentes dos dedos esporádicos que ainda sentem a mistura alegria-cansaço tão acompanhadora da dura porém massa música.

Construindo este caminho percebo que nada será fatídico, uma vez que não existe razão pra se temer o fim de uma história spoilerzada desde a saída da maternidade eufórica. Mas a consciência é indomável, toda afoita a movimentos peristálticos. Cíclicos.

A caneta ao meu lado disse há pouco como sou tolo por pensar assídico. Macarrônico e irrônico tal o pano da direita, outrora branco, hoje céu de Bérgamo.

Bom, a natureza clama repetições de comportamento, então lá vou eu bem salafrário e lúdico cumprir a regimentação orçamentária dos termos esquisitos e córregos – alguns mesmo inventados – usados tipo subterfúgio pra agüentar linhas sórdidas.

Incrível a variação de tons, né, adormecendo nos terrenos nuvenzísticos… Pena foto nenhuma captar tamanha amálgama última.

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