As 10 melhores músicas desconhecidas dos Titãs

titãs

(Foto: Agência Estado)

Típico post que curto fazer. Acho bem legal bizoiar discografias amplas como a dos Titãs, procurando coisas bacanas perdidas pelo tempo. E eles têm váárias dessas coisas…

Deixo abaixo dez exemplares repletos de qualidade, que muitas vezes passam batido quando ouvimos os LP’s focando nos hits.

Pra ser dinâmico, evitei repetir canções do mesmo álbum e ordenei por cronologia de lançamento:

10. Pule

Na estreia Titãs (1984), André Jung ainda era o baterista e os caras não haviam encontrado seu verdadeiro som. Apesar disso, a popzera/new wave acá sinaliza o talento vocal de Paulo Miklos.

9. Dona Nenê

“Dona Nenê comprava em pedra
Madame Gaspar comprava em pó”

Numa batida 100% oitentista, Branco Mello relata o insólito desaparecimento da personagem central meio às compras de supermercado. Talvez minha preferida, integrante de Televisão (1985).

8. Dívidas

Outra liderada pelo Branco, escanteada pelos sucessos de Cabeça Dinossauro (1986).

7. Corações e Mentes

Há certa energia discursiva bastante peculiar em Jesus não Tem Dentes no País dos Banguelas (1987). A filhinha de Sérgio Britto e Marcelo Fromer retrata tal faceta com clareza. Charles Gavin arrebenta na percussa, btw.

6. Medo

Foi n’Õ Blésq Blom (1989) que Arnaldo Antunes deu o pulo do gato nos Titãs, liricamente. Medo não teve o sucesso comercial planejado àqueles tempos, mas mostra o guri no auge poético enquanto membro do grupo.

5. Se Você Está Aqui

Nando Reis reagiu à proposta de Tudo Ao Mesmo Tempo Agora (1991) focando no minimalismo, que aqui recheia um groove funkeado, sagaz.

4. Fazer o Quê?

Sérgio Britto se adaptou bem ao grunge de Titanomaquia (1993). Os versos diretos de Fazer o Quê? são prova.

3. Ridi Pagliaccio

Teria o italianismo de Massacre inspirado esta composição de Domingo (1995)? Só Branco Mello, Deus e os co-autores Britto e Tony Bellotto podem informar.

2. É Bom Desconfiar

Das últimas contribuições de Nando Reis ao conjunto. Bom pop, bom balanço e boas palavras urbanas, d’A Melhor Banda de Todos os Tempos da Última Semana (2001).

1. A Guerra é Aqui

O gogó de Branco Mello soa meio gasto. Mesmo assim, o rock afiado da faixa evidencia que Como Estão Vocês? (2003) tem seus predicados.

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