As 10 melhores músicas desconhecidas do Queen

queen getty imagesA série d’as 10 melhores músicas desconhecidas é das coisas mais divertidas de escrever aqui no blog. Inexplicavelmente, não bolava sequência dela desde novembro do famigerado ano passado. Feio.

Já não era sem tempo de eliminar tamanho fuzuê. Pra tanto, recorri aos sagazes do Queen, cuja vasta obra deixa a tarefa já legal de garimpar raridades ainda mais legal.

Portanto, jovem, taí as minhas eleitas dentre o cancioneiro dos caras. Ah, sempre bom ressaltar: a ordem é meramente ilustrativa. Não reflete critérios qualitativos.

10. Son and Daughter

No princípio era o verbo. E o verbo, ao menos na terra da Rainha daquela época, conjugava-se na primeira pessoa do hard rock, com pronomes progressivos. Tais saliências marcam tanto a estreia em estúdio da banda, Queen (1973), quanto sua representante cá posta.

9. Funny How Love Is

Se o primeiro trabalho serviu mais pra botar o esférico em jogo, Queen II (1974) já detinha sinais do som que quebraria a banca na era clássica. Entre eles o uso do estúdio como uma ferramenta composicional, tão exemplificado nesta balada embebida no wall of sound de Phil Spector.

8. Tenement Funster

Lista minha do Queen que não tenha música do Roger Taylor não é lista que se preze. O bacana da faixa 3 de Sheer Heart Attack (1974) é mostrar o dom do baterista em transformar temáticas mundanas (revolta juvenil) em rock de altíssima qualidade.

7. Sleeping on the Sidewalk

Das melhores gravinas capitaneadas por Brian May. O guitarrista brilha na pegada blueseira vocal e nas seis cordas, numa canção que evoca o lado simples e direto de News of the World (1977). O baixo descompromissado de John Deacon é outro ponto precioso.

6. Dancer

Não há muito que se salve em Hot Space (1982). As experiências eletrônicas passaram do ponto e retiraram doses cavalares da identidade queeniana. Por vezes, entretanto, os ingredientes foram postos na medida certa. Aqui, o quarteto guitarra-sintetizador-bateria eletrônica-canto disco de Freddie Mercury conversa muito que bem.

5. Man on the Prowl

Elvis, baby! A quarta canção de The Works (1984) remete ao clima rockabilly do single Crazy Little Thing Called Love, escorando-se no piano boogie-woogie ao invés do violão/guitarra.

4. Chinese Torture

Experimento doidinho de Brian nas guitarras, relativamente curto, repleto de camadas. Presente nas versões em CD de The Miracle (1989).

3. The Hitman

Riffs pesados pra saudoso dos 70’s nenhum botar defeito. Enquanto as seis cordas de Brian tomam o claro protagonismo, a performance de Freddie no gogó também salta aos ouvidos com uma baita profusão. Como em todo o LP Innuendo (1991), aliás.

2. Silver Salmon

Item de bootlegueiro. Não sei exatamente de quando é – pelo que vi, pode ser dos primórdios até os tempos de News of the World. Baseado na estrutura da faixa, e dos repiques progressivos na estrutura, chuto eu que é dos early days.

1. Feelings, Feelings

Essa é mais fácil de encontrar lugar na história. Está presente na versão deluxe do News of the World, compartilhada ao mundo em 2011. Um rock direto que, caso entrasse no disco quando lançado originalmente, não faria feio frente às parceiras.

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s