5 grandes discos com vocais femininos marcantes (parte 2)

patti smith horsesTal qual dito na parte 1, coisa boa não pode ficar pouca.

Então eis, ora pois, mais meia dezena de lançamentos musicais legais, abrilhantados por performances vocais femininas deveras marotas.

Pra contemplar mais gente, evitei repetir nomes figurantes na edição inaugural.

Lembrando que a ideia é não parar acá: tentarei elaborar mais edições no futuro. E que a ordem presente é meramente cronológica.

5) Tapestry (1971) – Carole King

Ninguém duvidava da capacidade composicional de Carole King. O sucesso da parceria com Garry Goffin, sobretudo, rendeu uma enxurrada de hits, que alimentaram vários artistas ao longo dos anos 1960. Mas lhe faltava o selo singer-songwriter, tão importante na virada da década. Coube ao segundo álbum solo de Carole obter tal chancela.

4) Atrás do Porto Tem uma Cidade (1974) – Rita Lee & Tutti Frutti

Início do casamento musical entre Rita Lee e a banda Tutti Frutti. Historicamente eclipsado pelo sucesso de Fruto Proibido (1975) e além, é dos melhores LP’s desta fase da ex-Mutante. Dentre as faixas, consta Mamãe Natureza.

3) Horses (1975) – Patti Smith

Debute pé-na-porta, meio punk, meio garageiro, mui interessante de Patti Smith. Seu rock de forma solta documenta uma época, inspirando artistas de pós-punk e alternativo que pintariam adelante no cenário americano e mundial. Nem é preciso dizer que a versão de Gloria, abrindo o álbum, transformou-se na interpretação definitiva da canção de Van Morrison.

2) Joan Armatrading (1976) – Joan Armatrading

Terceira obra de Joan Armatrading. Primeira gravada inteiramente em Londres. Coisa fina. Reza a lenda que Glyn Johns, responsável por produzir zilhões de gemas na terra da Rainha, considera este o melhor trabalho o qual associou seu nome.

1) Hejira (1976) – Joni Mitchell

Joni Mitchell deixou o jazz envolver seu folk único, resultando num belo disco. Letras densas, como praxe, sugerindo imagens inspiradas por uma road trip, ganham aqui um adorno especial: a participação do baixista Jaco Pastorius em quatro dos nove temas.

Comercialmente, a coisa não rendeu tanto quanto alguns antecessores. Criticamente, porém, virou um dos feitos mitchellescos mais bem quistos.

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