Copa Sul-Americana de 2018 => O quanto representa o título inédito do Atlético-PR

atlético-pr 2018 copa sulamericana site oficial

(Foto: Miguel Locatelli/Site oficial)

A conquista da Copa Sul-Americana de 2018 pelo Atlético-PR* é grande sob importantes aspectos. Trata-se da primeira taça internacional oficial de um time paranaense e, com efeito, da maior glória da história rubro-negra. Coisas por si sós merecedoras dos livros.

Além disso, a taça ganha pelo campeão brasileiro de 2001 o coloca num pouquíssimo povoado platô do nosso futebol – o dos grêmios que jogaram finais de ambas as competições continentais de relevo atual.

Desde que a Sula foi criada, em 2002, sete outros clubes daqui decidiram o caneco, sendo quatro finalistas também da Libertadores**:

São Paulo (Libertas 1974, 1992/94 e 2005/06; Sula 2012), Internacional (Libertas 1980, 2006 e 2010; Sula 2008), Flamengo (Liberta 1981; Sula 2017) e Fluminense (Liberta 2008; Sula 2009). Considerando apenas o período em que Liberta e Sula correram juntas, a lista diminui, contendo somente São Paulo, Inter e Flu.

Uma companhia seleta, que ajuda a elucidar quão significativo foi ao vice da Libertadores de 2005 bater o Junior Barranquilla, nos pênaltis (4-3), passado duplo 1×1 nos tempos normais, num 12 de dezembro que o atleticano e a Arena da Baixada jamais esquecerão.

atlético-pr sulamericana 2018_foto Geraldo Bubniak AGB

(Foto: Geraldo Bubniak/AGB)

PS: O Trétis se tornou o quarto escrete daqui do país – terceiro da Região Sul – a erguer a Copa Sul-Americana, sucedendo os já citados Colorado (2008) e Tricolor paulista (2012), e ainda a Chapecoense, declarada campeã de 2016.

 

 

*Não vou entrar no mérito da mudança de nome, agora. Por ora, portanto, opto pelo usual termo habitual.

**A Copa-Sulamericana teve precedentes, posto que, a nível de importância, seja difícil comparar a exata relevância. Os formatos de disputa diferiam em duração, por exemplo – sem falar que, no biênio 1998/99, rolaram dois destes tipos pré-Sula. De qualquer modo, caso estendamos a lógica do parágrafo também às Copas CONMEBOL e Mercosul (a que mais se aproxima do contexto), outros times brasileiros entrariam no platô:

Palmeiras (Libertas 1961, 1968 e 1999/2000; Mercosul 1998/2000), Santos (Libertas 1962/63, 2003 e 2011; CONMEBOL 1998), Cruzeiro (Libertas 1976/77, 1997 e 2009; Mercosul 1998), Atlético-MG (CONMEBOL 1992, 1995 e 1997; Liberta 2013) e Vasco (Liberta 1998; Mercosul 2000).

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