Brasil 5×2 Suécia, Copa do Mundo de 1958 => O dia em que futebol e arte se uniram vestindo azul

brasil suécia 1958

(Crédito: Arquivo/LanceNet)

Cinco minutos de jogo. Repõem a bola Vavá Didi. Do círculo central, o maestro lança Garrincha. Domina o Mané, vence o marcador na ponta direita, penetra a junção da área com a linha de fundo – seu quintal de casa – e carimba a rede por fora.

Pobre Suécia. Mal abriu o placar e já está avisada do que vem aí…

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Campeonato Paranaense, 1967 => Água Verde supera maldição e finalmente conquista o título

Água Verde campeão 1967 - quadro dos campeões

(Foto: historiadoparanaclube.blogspot)

A história dos antepassados do Paraná Clube é riquíssima. Alguns deles, como o Ferroviário, foram vitoriosos e populares, assombrando a dupla Atletiba durante décadas. Já outros precisaram suar bastante a camisa pra ganhar uma tacinha.

Que o diga o Água Verde. Fundado em dezembro de 1914, o tradicional clube curitibano se fundiu ao contemporâneo Savóia em 1926 e mudou várias vezes de nome, mas só foi sentir o gosto do triunfo na reta final de sua existência, espantando em 1967 a urucubaca que rondava a Vila Guaíra. Continuar lendo

The Best => Prêmio mostra tendência da FIFA em preferir treinadores famosos a grandes trabalhos da temporada

premio treinadores fifaSaiu a lista de indicados da FIFA ao prêmio The Best, dado aos destaques da temporada 2016-17 no futebol global. Dentre as 12 opções de treinadores homens, chama atenção a quantidade de nomes de grife como Pep Guardiola, José Mourinho Luis Enrique, os quais não necessariamente realizaram grandes feitos no período. Continuar lendo

Djavan jogador de futebol? Antes da fama, cantor atuou como atacante na base do CSA

Djavan CSA

(Foto: Revista Placar)

A música brasileira está cheia de personagens que um dia sonharam ganhar a vida correndo atrás da pelota. Jorge Ben Jor, Diogo Nogueira, Charles Gavin, Wesley Safadão… Até Lobão teve experiências no futs, sendo treinado por Zizinho no Flamengo, inclusive.

Djavan seguiu igual estrada. Alagoano de Maceió, o futuro hitmaker da MPB experimentou o CSA na década de 1960, trajando azul e branco dos 12 aos 16 anos. Continuar lendo

Chateado com a ausência de Neto na Copa de 1990, Tom Zé compôs música em sua homenagem

cantando com a plateiaSebastião Lazaroni irritou bastante brasileiro ao não convocar Neto à Copa do Mundo de 1990. Gerou-se uma comoção forte no país, praticamente unânime, que em nada aliviou a péssima imagem associada àquela Seleção, eliminada nas oitavas de final pela Argentina.

Entre os revoltados estava Tom Zé, corintiano célebre e amigo pessoal do xodó da Fiel. Continuar lendo

Far From Close (1996) => O baita álbum de Alexi Lalas, símbolo cult da seleção dos EUA

alexi lalas far from closeQuem acompanhou futebol nos anos 1990 lembra bem de um norte-americano ruivo, barbudo e cabeludo, atuando no setor defensivo dos EUA na Copa do Mundo de 1994 e integrando o grupo ianque de 1998.

Este mancebo carismático era Alexi Lalas, notabilizado não apenas pelo soccer, mas também pelas peripécias no ramo da música. Continuar lendo

Libertadores, 1997 => Quase eliminado na fase de grupos, Cruzeiro avança com emoção no mata-mata e conquista o título

cruzeiro libertadores 1997

(Foto: globoesporte.com)

A principal competição boleira das Américas é arisca. Há nela uma mística tão poderosa que mesmo camisas pesadíssimas sentem o baque.

O Cruzeiro sabe disso. Na Libertadores de 1997, o time viu a cara da morte mais viva que Cazuza, em plena primeira fase. Mas se reergueu de forma inconteste: levantando o caneco. Continuar lendo

Paraná Clube, 2000 => Embalado na Copa João Havelange, Tricolor ficou a um gol de eliminar o campeão Vasco nas quartas

parana-clube-2000A incrível campanha do São Caetano não foi a única coisa legal da louca Copa João Havelange.

Vindo da segunda divisão, o Paraná Clube escreveu outro capítulo marotíssimo no Brasileirão de 2000, passando perto de chegar às semifinais. Continuar lendo

Beija-Flor no Alto da Glória => A curta passagem de Dadá Maravilha pelo Coritiba (1983)

dario-no-coxaDario foi um dos maiores goleadores que nosso futebol já viu. Tricampeão mundial com a Seleção de 1970 e brasileiro com Atlético-MG (1971) e Internacional (1976), o rapaz marcou 926 gols na carreira, suficientes pra botá-lo no top 5 de matadores tupiniquins, atrás de Túlio (1.000), Romário (1.002), Friedenreich (1.239) e Pelé (1.284).

Além de Galo e Colorado, Dadá Maravilha também colecionou passagens por diversos outros times. Entre eles, o Coritiba. Continuar lendo

Caju => O goleiro do Atlético-PR que foi destaque do Brasil no Sul-Americano de 1942

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(Crédito: Atlético-PR)

Weverton não foi o primeiro goleiro do Atlético-PR a brilhar na Seleção Brasileira. Mais de meio século antes do ouro olímpico na Rio-2016, outro baita rubro-negro burlou o bairrismo e fez bonito sob as traves nacionais: Caju. Continuar lendo