Djavan jogador de futebol? Antes da fama, cantor atuou como atacante na base do CSA

Djavan CSA

(Foto: Revista Placar)

A música brasileira está cheia de personagens que um dia sonharam ganhar a vida correndo atrás da pelota. Jorge Ben Jor, Diogo Nogueira, Charles Gavin, Wesley Safadão… Até Lobão teve experiências no futs, sendo treinado por Zizinho no Flamengo, inclusive.

Djavan seguiu igual estrada. Alagoano de Maceió, o futuro hitmaker da MPB experimentou o CSA na década de 1960, trajando azul e branco dos 12 aos 16 anos. Continuar lendo

Chateado com a ausência de Neto na Copa de 1990, Tom Zé compôs música em sua homenagem

cantando com a plateiaSebastião Lazaroni irritou bastante brasileiro ao não convocar Neto à Copa do Mundo de 1990. Gerou-se uma comoção forte no país, praticamente unânime, que em nada aliviou a péssima imagem associada àquela Seleção, eliminada nas oitavas de final pela Argentina.

Entre os revoltados estava Tom Zé, corintiano célebre e amigo pessoal do xodó da Fiel. Continuar lendo

Far From Close (1996) => O baita álbum de Alexi Lalas, símbolo cult da seleção dos EUA

alexi lalas far from closeQuem acompanhou futebol nos anos 1990 lembra bem de um norte-americano ruivo, barbudo e cabeludo, atuando no setor defensivo dos EUA na Copa do Mundo de 1994 e integrando o grupo ianque de 1998.

Este mancebo carismático era Alexi Lalas, notabilizado não apenas pelo soccer, mas também pelas peripécias no ramo da música. Continuar lendo

Libertadores, 1997 => Quase eliminado na fase de grupos, Cruzeiro avança com emoção no mata-mata e conquista o título

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(Foto: globoesporte.com)

A principal competição boleira das Américas é arisca. Há nela uma mística tão poderosa que mesmo camisas pesadíssimas sentem o baque.

O Cruzeiro sabe disso. Na Libertadores de 1997, o time viu a cara da morte mais viva que Cazuza, em plena primeira fase. Mas se reergueu de forma inconteste: levantando o caneco. Continuar lendo

Paraná Clube, 2000 => Embalado na Copa João Havelange, Tricolor ficou a um gol de eliminar o campeão Vasco nas quartas

parana-clube-2000A incrível campanha do São Caetano não foi a única coisa legal da louca Copa João Havelange.

Vindo da segunda divisão, o Paraná Clube escreveu outro capítulo marotíssimo no Brasileirão de 2000, passando perto de chegar às semifinais. Continuar lendo

Beija-Flor no Alto da Glória => A curta passagem de Dadá Maravilha pelo Coritiba (1983)

dario-no-coxaDario foi um dos maiores goleadores que nosso futebol já viu. Tricampeão mundial com a Seleção de 1970 e brasileiro com Atlético-MG (1971) e Internacional (1976), o rapaz marcou 926 gols na carreira, suficientes pra botá-lo no top 5 de matadores tupiniquins, atrás de Túlio (1.000), Romário (1.002), Friedenreich (1.239) e Pelé (1.284).

Além de Galo e Colorado, Dadá Maravilha também colecionou passagens por diversos outros times. Entre eles, o Coritiba. Continuar lendo

Caju => O goleiro do Atlético-PR que foi destaque do Brasil no Sul-Americano de 1942

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(Crédito: Atlético-PR)

Weverton não foi o primeiro goleiro do Atlético-PR a brilhar na Seleção Brasileira. Mais de meio século antes do ouro olímpico na Rio-2016, outro baita rubro-negro burlou o bairrismo e fez bonito sob as traves nacionais: Caju. Continuar lendo

Com média de 2 gols por jogo, argentino Guillermo Stábile se tornou artilheiro da primeira Copa do Mundo

guillermo-stabileGuillermo Stábile foi um dos grandes forwards argentinos do começo do século XX. Nascido em 17 de janeiro de 1905, o rapazinho marcou época no centro do ataque do Huracán, feito que o levou à Copa do Mundo de 1930.

Foi o debute do galalau na Albiceleste. E ele não se intimidou: emplacou 8 gols e entrou pra história como o primeiro artilheiro do certame máximo do futebol. Continuar lendo

Carlos Germano, Roberto Dinamite e Edmundo => Sob a batuta de Joel Santana, Vasco estelar ganha o Campeonato Carioca invicto em 1992

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(Crédito: semprevasco.com)

Léo Batista se rendeu ao Vasco da Gama em 24 de novembro de 1992. Ao revelar no Globo Esporte que o Campeonato Carioca daquele ano já tinha vencedor, a duas rodadas do fim, o apresentador chamou o time triunfante de o Milan carioca. O maior dos elogios futebolísticos na época.

Contando com um timaço, doido pra fazer a despedida dos gramados do ídolo Roberto Dinamite valer a pena, a Cruz de Malta avassalou geral, levando o caneco de forma incontestável.

Invicta. Sem final nem nada. Continuar lendo

Grandes músicas das soundtracks do FIFA => Tive Razão (Seu Jorge)

seu-jorge-tive-razaoDentre as décadas de 1990 e 2000, são poucas edições de FIFA que não tive o prazer de jogar. Justo numa delas, 2007, há a qual considero a mais legal das músicas brasileiras a figurarem numa trilha do game:

Tive Razão. Continuar lendo