1001 grandes álbuns desse mundão (parte 28)

there's nothing left to lose foo fighters 1999Outono é sempre igual, as folhas caem no quintal… E uma parte nova da lista mil-e-úmica chega no início de seu mês final (final da estação, no caso, já que ainda há belo chão a percorrer na lista) o/ Continuar lendo

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Slash e Republica => Uma noite de protagonismo plural na Live Curitiba

foto 3 (1)AAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHH!!! Marion Crane está apavorada. Na sua época não tinha sequer cor, tudo filmado preto e branco, quanto mais esses verborrágicos solos de guitarra de Slash. Que te xingam e chamam de meu bem ao mesmo tempo, ao mesmo bend. Esse solo aí de agora: Wicked Stone: quanto tempo dura? Dez? Quinze? Vinte? Trinta minutos? Saaabe Deus! A sensação é de que você pode sair, descer a canaleta do Portão, pegar o Santa Cândida/Capão Raso, ir pra casa, comer uma coisinha, ouvir o álbum Living the Dream, lançado em 2018 e atualmente promovido por Slash, ouvir o tal álbum inteirinho, pegar o vermelhão de volta, re-adentrar a Live Curitiba e, sim, ele ainda estará tocando. o bendito. solo. Marion Crane não sabe lidar com isso. Já lhe basta a morte certa acenando em Psicose, filme cuja cena – A cena – da personagem de Janet Leigh berrando no chuveiro, surge imortalizada – em cores! – na camiseta trajada por Slash bem diante de nossos olhos, bem diante no palco. Continuar lendo

5 bons “álbuns brancos” (além daquele dos Beatles)

Lightning To The Nations diamond head 1980O sucesso do auto-intitulado trabalho dos Beatles de 1968 transformou a música popular – em muitos sentidos. Entrando à posteridade graças a boas canções e ao minimalismo da capa, o LP duplo seria conhecido ao longo dos séculos XX e XXI pelo famoso termo The White Album.

Após o êxito de John, Paul, George e Ringo, vários artistas se aventuraram nos próprios ~~álbuns brancos~~. Algumas vezes chamando-os assim deliberadamente (existe até uma banda de folk dinamarquesa batizada The White Album), outras revisitando a simplicidade da embalagem.

Tomei a liberdade, portanto, de separar cinco destes registros sonoros, os quais considero interessantes. Confira a lista abaixo, xóvem, ordenada sem nenhuma intenção prévia: Continuar lendo

1001 grandes álbuns desse mundão (parte 27)

mccartney II 1980Seguem os trabalhos, firmes e fortes. Com uma coisa de jazz aqui, outro folk/country ali, pop acolá, a parte 27 dos 1001 grandes álbuns desse mundão baseia-se bastante nas vertentes bacanudas do bom e velho rock, além de seu complemento – o igualmente bom e velho roll. Continuar lendo

Grandes álbuns da humanidade brasileira => Cássia Eller ao Vivo [Violões] (Cássia Eller, 1996)

cássia eller ao vivo [violões] 1996Quando quer, ao contrário do que se costuma dizer, Deus escreve certo por linhas cristalina-e-belamente retas. O caso de Cássia Eller é emblemático: quis o todo-poderoso que o melhor trabalho da cantora, aquele que mais se aproxima de sua essência, e que lhe faz mais justiça, fosse justo um ao vivo. Simples. Visceral. Continuar lendo

1001 grandes álbuns desse mundão (parte 26)

wings at the speed of sound - wings 1976Paul McCartney voltou a tocar em Curitiba neste 2019 em que escrevo, quase três décadas após o primeiro e, então, único show por aqui. Fãs de Beatles ficamos todos em polvorosa. Continuar lendo

Paul McCartney usa a experiência pra, mesmo sem “Yesterday”, ganhar os fãs de Beatles no retorno a Curitiba

foto 1 (2)John se foi em 1980. George em 2001. Ringo segue ativo, mas detém parte pequena do espólio. Ver Paul McCartney, portanto, é o mais perto que um indivíduo pode chegar da experiência de um show dos Beatles. E Curitiba não via Paul faz tempo… Desde dezembro de 1993.

Pois a espera terminou neste sábado (30), às 21h29. Um minutinho antes do combinado tabelado, alegrando o estádio Couto Pereira (mais de 42 mil cabeças sortidas presentes) e encerrando a perna sul-americana da turnê Freshen Up, em suporte ao álbum Egypt Station (2018). Continuar lendo

Pedreira Paulo Leminski, 1993 => A primeira vez de Paul McCartney em Curitiba

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(Crédito: João Bruschz/Gazeta do Povo)

Por onde você andava às 20h do dia 5 de dezembro de 1993? Eu, criança de quase três anos (um centésimo da idade de Curitiba) provavelmente estava sob os cuidados de mãe e pai, em casa, àquele domingo. Domingo histórico.

Enquanto isso, Paul McCartney ganhava o palco da lotada Pedreira Paulo Leminski ao som de Drive my Car, arrancando aplausos da plateia ávida pela oportunidade de curtir um membro dos Beatles bem ali. Pertinho. Continuar lendo

Paul McCartney em Curitiba => 10 grandes músicas que o beatle não deve tocar no Couto Pereira

Paul McCartney

(Foto: Divulgação)

Ter uma carreira bem sucedida e longeva possui lá suas desvantagens: várias canções boas acabam fora dos sets ao vivo.

No caso de Paul McCartney, então, as preteridas de qualidade sobram.

Ao passar por Curitiba no próximo sábado, 30, o canhoto deve manter o padrão da atual turnê Freshen Up*, em suporte ao álbum Egypt Station (2018). Por isso, selecionei uma dezena de faixas gravadas por ele fora dos Beatles, as quais, por não estarem na rota normal da tour, dificilmente ganharão vida no palco do estádio Couto Pereira, a partir das 21h30. Continuar lendo

Nenhum Roberto => Música famosa na voz de Cássia Eller tem boa chance de entrar no setlist da nova turnê de Nando Reis

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(Foto: Nathalia Atayde)

Unir o repertório habitual a canções de Roberto Carlos. Este será o desafio de Nando Reis a partir de junho, quando sua nova turnê, Esse Amor Sem Preconceito, começar.

A fim de estabelecer a conexão entre os polos, o ex-titã poderá se valer de uma composição que se tornou conhecida na voz de Cássia Eller nos anos 1990, mas que ele mesmo nunca gravou: Nenhum Roberto. Continuar lendo