1001 grandes álbuns desse mundão (parte 30)

murderer's home alan lomaxSeiscentos! A lista alcança agora sua sexta centena. Como diria o filósofo Cerginho da Pereira Nunes: DOIDERA!

Mantive o panorama normal das coisas, misturando décadas e estilos, trazendo desta feita um registro historicamente bem relevante: Murderer’s Home. Trata-se de uma compilação de gravações feitas pelo etnomusicólogo Alan Lomax, na primeira metade do século XX. Continuar lendo

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Os Paralamas do Sucesso em Curitiba => Barone inspirado e bis encorpado reverberam pelo Teatro Guaíra

foto 1 (7)“Vocês tão cansados?”.

Nada como uma circunstância adequada pra dar jeito nas coisas… Continuar lendo

O Terno em Curitiba => Uma banda em franco crescimento na Ópera de Arame

o terno curitiba 2019_foto vinicius grosbelli

(Foto: Vinicius Grosbelli)

Jovens cantando; tocando; falando pra jovens. Na opinião de muita gente, aí residia o trunfo do BRock. Trunfo que, no passar das décadas, foi-se lentamente indo, rareando à chegada de novos artistas e padrões de vida.

Até O Terno aparecer. Assistindo ao show do trio na Ópera de Arame, no último dia 5, tive a certeza de que tal máxima ressurgiu através dos braços de Tim BernardesGuilherme D’AlmeidaBiel Basile e metais de apoio. Caras da nossa idade cantando; tocando; falando pra gente da nossa idade. Continuar lendo

1001 grandes álbuns desse mundão (parte 29)

killing is my business... and business is good! - megadeth 1985Eis aí a parte 29 da lista que segue indo indo indo na batida da vida ida. Em relação às outras partes, o que difere nesta aqui é o foco na última década – algo que não andava rolando no passado mil-e-úmico próximo. Destinei cinco vagas a cositas surgida nos ditos anos 2010 que logo logo terminarão. Continuar lendo

1001 grandes álbuns desse mundão (parte 28)

there's nothing left to lose foo fighters 1999Outono é sempre igual, as folhas caem no quintal… E uma parte nova da lista mil-e-úmica chega no início de seu mês final (final da estação, no caso, já que ainda há belo chão a percorrer na lista) o/ Continuar lendo

Slash e Republica => Uma noite de protagonismo plural na Live Curitiba

foto 3 (1)AAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHH!!! Marion Crane está apavorada. Na sua época não tinha sequer cor, tudo filmado preto e branco, quanto mais esses verborrágicos solos de guitarra de Slash. Que te xingam e chamam de meu bem ao mesmo tempo, ao mesmo bend. Esse solo aí de agora: Wicked Stone: quanto tempo dura? Dez? Quinze? Vinte? Trinta minutos? Saaabe Deus! A sensação é de que você pode sair, descer a canaleta do Portão, pegar o Santa Cândida/Capão Raso, ir pra casa, comer uma coisinha, ouvir o álbum Living the Dream, lançado em 2018 e atualmente promovido por Slash, ouvir o tal álbum inteirinho, pegar o vermelhão de volta, re-adentrar a Live Curitiba e, sim, ele ainda estará tocando. o bendito. solo. Marion Crane não sabe lidar com isso. Já lhe basta a morte certa acenando em Psicose, filme cuja cena – A cena – da personagem de Janet Leigh berrando no chuveiro, surge imortalizada – em cores! – na camiseta trajada por Slash bem diante de nossos olhos, bem diante no palco. Continuar lendo

5 bons “álbuns brancos” (além daquele dos Beatles)

Lightning To The Nations diamond head 1980O sucesso do auto-intitulado trabalho dos Beatles de 1968 transformou a música popular – em muitos sentidos. Entrando à posteridade graças a boas canções e ao minimalismo da capa, o LP duplo seria conhecido ao longo dos séculos XX e XXI pelo famoso termo The White Album.

Após o êxito de John, Paul, George e Ringo, vários artistas se aventuraram nos próprios ~~álbuns brancos~~. Algumas vezes chamando-os assim deliberadamente (existe até uma banda de folk dinamarquesa batizada The White Album), outras revisitando a simplicidade da embalagem.

Tomei a liberdade, portanto, de separar cinco destes registros sonoros, os quais considero interessantes. Confira a lista abaixo, xóvem, ordenada sem nenhuma intenção prévia: Continuar lendo

1001 grandes álbuns desse mundão (parte 27)

mccartney II 1980Seguem os trabalhos, firmes e fortes. Com uma coisa de jazz aqui, outro folk/country ali, pop acolá, a parte 27 dos 1001 grandes álbuns desse mundão baseia-se bastante nas vertentes bacanudas do bom e velho rock, além de seu complemento – o igualmente bom e velho roll. Continuar lendo

Grandes álbuns da humanidade brasileira => Cássia Eller ao Vivo [Violões] (Cássia Eller, 1996)

cássia eller ao vivo [violões] 1996Quando quer, ao contrário do que se costuma dizer, Deus escreve certo por linhas cristalina-e-belamente retas. O caso de Cássia Eller é emblemático: quis o todo-poderoso que o melhor trabalho da cantora, aquele que mais se aproxima de sua essência, e que lhe faz mais justiça, fosse justo um ao vivo. Simples. Visceral. Continuar lendo