1001 grandes álbuns desse mundão (parte 24)

beggars banquet rolling stones 1968Mês que vem o projeto completa dois anos de andamento. Imagine só uma coisa dessas… Um processo longo, duradouro, de imersão em sons bacanas, ultrapassando nova barreira de temporada. E isso que nem chegará na metade! Continuar lendo

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1001 grandes álbuns desse mundão (parte 23)

metallica black album 1991Quer dizer então que estamos em dois mil e dezenove depois de Cristo?

Rapaz, como o tempo passa…

Pois muito que bem. Passando com ele, vem agora mais uma parte da épica lista dos 1001 grandes álbuns desse mundão, a qual adentra sua terceira temporada – e sua vigésima terceira sequência.

Oloco! Continuar lendo

1001 grandes álbuns desse mundão (parte 20)

iron maiden the number of the beastDemorou um bocadinho mais do que o padrão, todavia o dia costumeiro em novos meses enfim chegou.

E o dia chegando ele chega chegante, chegador mesmo, trazendo na bagagem mais uma parte da lista mil-e-úmica – desta feita, a vigésima dela. Continuar lendo

1001 grandes álbuns desse mundão (parte 19)

rubber soul the beatlesSe você é da turma dos que gostam de discos clássicos, certamente vai curtir a parte 19 dos 1001 grandes álbuns desse mundão, elencados pela minha humilde pessoa.

Além de gemas do rock, tais a que brilha aqui ao lado, há trabalhos interessantes ainda na seara do jazz, blues, pop e cositas contemporâneas.

Ah, sim, tem brasilidades marotas no meio, também. Confira: Continuar lendo

1001 grandes álbuns desse mundão (parte 14)

blood sugar sex magikPrivilegiando discos do início de suas respectivas décadas, preenchi a nova sequência dos 1001 grandes álbuns desse mundão \o/

Nesta parcial, o mote é a segurança. Busquei trabalhos que conheço – e gosto – há um bom tempo, principalmente os dos anos 1980 e 1990.

Exemplos:

Boy eu ouço desde criança (sem trocadilho).  Use Your IllusionKill ‘Em All Ten chegaram na puberdade/adolescência, cada qual num momento específico, enquanto Blood Sugar entrou na fase adulta e fincou lugar imutável nas esferas super-superiores das minhas preferências audiófilas. Culpa do auge de John Frusciante…

Pois bora encerrar o prólogo e conferir a parte 14 inteira?  Continuar lendo

Nada de novo: Brasileiro prefere ouvir bandas de rock já consagradas, aponta pesquisa do Deezer

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(Foto: Guilherme Mattar)

Deezer divulgou esta semana uma pesquisa baseada nos gostos do roqueiro brasileiro. Aludindo ao Dia Mundial do gênero, que rola hoje (13/07), a plataforma de streaming informou que o fã tupiniquim não quer novidade.

Dos 10 grupos/artistas mais ouvidos no país, só um tem menos de uma década de palco. Oito começaram a carreira há mais de 20 anos e todos, todos têm nomes bem familiares. Continuar lendo

Chickenfoot => A incrível união entre Joe Satriani e partes de Van Halen e Red Hot Chili Peppers

chickenfootSammy Hagar que me perdoe, mas, depois da saída de Dave Lee Roth, o Van Halen nunca mais foi o mesmo. Por razões fora de sua alçada, sejamos justos – os excelentes backing vocals de Michael Anthony ficaram escanteados e o fraseado de Eddie Van Halen entrou numa onda menos imponente na guitarra. Era como se faltasse ânimo nos caras, de alguma maneira. Tanto que, ainda nos anos 90, tanto Sammy quanto Anthony deixariam a banda. Continuar lendo

Bateria do Dead Kennedys + guitarra do Parliament/Funkadelic => A formação mais louca do Red Hot Chili Peppers

red hotAntes de Chad Smith assumir as baquetas e John Frusciante tomar conta da guitarra do Red Hot Chili Peppers, no fim dos anos 80, a banda contou com lineups mui loucos. O mais surreal rolou em 1988, e teve vida curtíssima. Continuar lendo

15 covers pra se ouvir de varde por aí

cover versionVivemos num mar de releituras. Pensando nisso, o It’s not only Rock foi atrás de 15 interpretações interessantes feitas por artistas mundão afora, as quais muitas vezes até demoramos a saber da existência. Continuar lendo

John Frusciante: uma vida que rende filme, e dos bons

frusçaSe tem um cara cuja trajetória daria uma baita película, este é John Frusciante. Do alto das 40 e tantas primaveras de vida, o citadino passou por poucas e boas, indo de guitarrista prodígio no fim dos anos 80 a morto-vivo na década seguinte. Numa incrível capacidade de recuperação, largou as drogas e mostrou que ainda tinha muita lenha pra queimar. Tanto no Red Hot Chili Peppers como fora dele. Continuar lendo