Slash e Republica => Uma noite de protagonismo plural na Live Curitiba

foto 3 (1)AAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHH!!! Marion Crane está apavorada. Na sua época não tinha sequer cor, tudo filmado preto e branco, quanto mais esses verborrágicos solos de guitarra de Slash. Que te xingam e chamam de meu bem ao mesmo tempo, ao mesmo bend. Esse solo aí de agora: Wicked Stone: quanto tempo dura? Dez? Quinze? Vinte? Trinta minutos? Saaabe Deus! A sensação é de que você pode sair, descer a canaleta do Portão, pegar o Santa Cândida/Capão Raso, ir pra casa, comer uma coisinha, ouvir o álbum Living the Dream, lançado em 2018 e atualmente promovido por Slash, ouvir o tal álbum inteirinho, pegar o vermelhão de volta, re-adentrar a Live Curitiba e, sim, ele ainda estará tocando. o bendito. solo. Marion Crane não sabe lidar com isso. Já lhe basta a morte certa acenando em Psicose, filme cuja cena – A cena – da personagem de Janet Leigh berrando no chuveiro, surge imortalizada – em cores! – na camiseta trajada por Slash bem diante de nossos olhos, bem diante no palco. Continuar lendo

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Slash, Myles Kennedy, violões e a melhor versão de Back From Cali

slash myles kennedy acousticEnquanto o Brasil lambia as feridas da derrota pra Holanda na Copa do Mundo de 2010, e Dilma Rousseff ainda era candidata à presidência da República, Slash percorria o globo divulgando seu álbum homônimo.

Num destes compromissos, o eterno guitarrista dos Guns n’ Roses sacou o violão e, ao lado do gogó de ouro Myles Kennedy, fez um especial intimista no dia 15 de agosto:

The MAX Sessions, na Austrália. Continuar lendo

15 covers pra se ouvir de varde por aí

cover versionVivemos num mar de releituras. Pensando nisso, o It’s not only Rock foi atrás de 15 interpretações interessantes feitas por artistas mundão afora, as quais muitas vezes até demoramos a saber da existência. Continuar lendo

It’s Five O’Clock Somewhere: o álbum do Guns n’ Roses que virou estreia solo de Slash

Slash's SnakepitEra uma vez um guitarrista afeito ao uso de Gibson Les Paul’s e cartolas, responsável pelos riffs duma das maiores bandas de rock norte-americanas da virada dos anos 80 pros 90. Após um álbum de estreia fulminante, seu grupo continuou vendendo bem, a ponto de lançar um disco duplo e vender as metades separadamente. A megalomania, todavia, cobrou o preço: dois anos e meio de turnê. Mesmo assim, o rapaz encontrou fôlego, construiu um home studio sobre a garagem de casa, em Los Angeles, e começou a trabalhar nas demos que dariam vida a It’s Five O’ Clock Somewhere. Continuar lendo