Papo de Mattar 01: Atletiba do 4×3 (com Carneiro Neto)

Papo de Mattar_capaDesde o início do ano, comecei a entrevistar pessoas imaginando escrever um livro sobre Atletibas. Um papo mais massa que o outro. O primeiro deles, com o jornalista Carneiro Neto, rendeu tanto que achei um desperdício deixar a entrevista parada no computador, enquanto não chegasse a hora de sentar e escrever.

Então resolvi montar este piloto de programa de rádio, ou podcast, como os jovens de hoje tanto apregoam, pegando o áudio da entrevista do Carneiro. O resultado ficou isso aí embaixo. Continuar lendo

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Copa Sul-Americana de 2018 => O quanto representa o título inédito do Atlético-PR

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(Foto: Miguel Locatelli/Site oficial)

A conquista da Copa Sul-Americana de 2018 pelo Atlético-PR* é grande sob importantes aspectos. Trata-se da primeira taça internacional oficial de um time paranaense e, com efeito, da maior glória da história rubro-negra. Coisas por si sós merecedoras dos livros. Continuar lendo

Caju => O goleiro do Atlético-PR que foi destaque do Brasil no Sul-Americano de 1942

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(Crédito: Atlético-PR)

Weverton não foi o primeiro goleiro do Atlético-PR a brilhar na Seleção Brasileira. Mais de meio século antes do ouro olímpico na Rio-2016, outro baita rubro-negro burlou o bairrismo e fez bonito sob as traves nacionais: Caju. Continuar lendo

Campeonato Brasileiro, 1996 => Atlético-PR faz grande campanha, chegando às quartas

atletico-1996Antes da consagração em 2001, o Atlético-PR sonhou com o caneco nacional duas vezes. Primeiro, 1983, preocupou o Flamengo de Zico e tirou tinta da final. Depois, 1996, classificou ao mata-mata e ficou a um golzinho das semi.

Nesta segunda ocasião, o clube ensaiava entrar na sua era dourada, época em que se tornaria competitivo no Campeonato Brasileiro, frequentaria a Libertadores e clamaria o posto de grande força paranaense, na virada da década. Continuar lendo

Brasileirão de 2004 => O dia em que o Atlético-PR de Washington parou no Vasco de Petkovic e viu o título escapar

vasco 1x0 trétisQuase quatro da tarde. Washington adentra o gramado de São Januário, olha a torcida visitante e estranha. “Devia ter mais gente ali”, pensa o matador.

O Rio de Janeiro está mais quente que o usual. Não pelo primaverão típico dos 12 de dezembros, tal aquele domingo de 2004, mas pela decisiva rodada do Campeonato Brasileiro que nele ganha corpo. Do acanhado estádio do Vasco, pode sair o novo campeão da bola nacional. Continuar lendo

Londrina, 1977: o primeiro paranaense no Top 4 de um Brasileirão

londrina 77Nos tempos da ditadura, o Campeonato Brasileiro implementou os regulamentos mais malucos da história do futebol. Inchado, o meninão era repleto de fases, repescagens, chaveamentos e mata-matas.

Confusões à parte, foi justo numa destas edições estrambólicas (1977) que o Londrina mostrou a força da bola paranaense. Recuperou-se de um início conturbado, deixou grandes pelo caminho e se tornou o pioneiro do Estado a ficar entre os quatro melhores de um Nacional. Continuar lendo

Sicupira => o ídolo do Atlético-PR que quase jogou no Coritiba

Sicupira_170114120829Barcímio Sicupira fez história com a camisa 8 rubro-negra. Atuando pelo Atlético-PR entre 1968 e 1975, conquistou o título paranaense de 1970 e tornou-se o maior artilheiro do clube em todos os tempos, com 158 gols. Ah, também foi o goleador-mor nos estaduais de 1970 (20) e 1972 (29).

Apesar da identificação com o pessoal da Baixada, por pouco o rapaz não figurou no escrete de uma certa equipe do Alto da Glória, ainda no juvenil. Continuar lendo

Paraná Clube, anos 90 => Quando os deuses da bola caminhavam sobre a Vila Capanema

paranitoAs constantes lutas do Paraná Clube pra fugir do rebaixamento à Série C costumam desanimar a torcida nos dias de hoje. Mas nem sempre foi assim. Houve um tempo em que o Tricolor prendia e soltava no futebol estadual, figurando bem na elite tupiniquim enquanto Coritiba e Atlético-PR pagavam os pecados. Continuar lendo