1001 grandes álbuns desse mundão (parte 33)

sarah jane absence 2019Boa parte – aliás, a maior parte do material que configura a minha lista dos 1001 grandes álbuns desse mundão – vem de décadas deveras anteriores ao momento musical atual. Só que agora, ora pois, pra variar, resolvi, embora a representatividade da parte 33 mantenha o panorama médio do projeto, ora pois, pra variar, quero exaltar um exemplo atual, que acabou de sair do forno. Continuar lendo

1001 grandes álbuns desse mundão (parte 23)

metallica black album 1991Quer dizer então que estamos em dois mil e dezenove depois de Cristo?

Rapaz, como o tempo passa…

Pois muito que bem. Passando com ele, vem agora mais uma parte da épica lista dos 1001 grandes álbuns desse mundão, a qual adentra sua terceira temporada – e sua vigésima terceira sequência.

Oloco! Continuar lendo

1001 grandes álbuns desse mundão (parte 14)

blood sugar sex magikPrivilegiando discos do início de suas respectivas décadas, preenchi a nova sequência dos 1001 grandes álbuns desse mundão \o/

Nesta parcial, o mote é a segurança. Busquei trabalhos que conheço – e gosto – há um bom tempo, principalmente os dos anos 1980 e 1990.

Exemplos:

Boy eu ouço desde criança (sem trocadilho).  Use Your IllusionKill ‘Em All Ten chegaram na puberdade/adolescência, cada qual num momento específico, enquanto Blood Sugar entrou na fase adulta e fincou lugar imutável nas esferas super-superiores das minhas preferências audiófilas. Culpa do auge de John Frusciante…

Pois bora encerrar o prólogo e conferir a parte 14 inteira?  Continuar lendo

1001 grandes álbuns desse mundão (parte 5)

rolling stones 12 x 5Quando comecei esta empreitada, minha intenção era fugir do pragmatismo das listas corriqueiras. Evitar classificações por gênero ou época. Apenas repartir o todo e pegar 20 discos bacanas por post, sem amarras.

Mas venho passando por período mais regrado na vida, então fiz concessões. Tal qual a parte 4, dedicada exclusivamente a obras brasileiras, aqui na parte 5 dos 1001 grandes álbuns desse mundão também rola uma lógica: um exemplar de cada temporada, de 1956 a 1975. Continuar lendo

Black Sabbath toca setlist clássico na Pedreira Paulo Leminski, mas quem brilha é a banda de abertura, Rival Sons

sabbath-rival-sonsOzzy não tava legal. Desafinou/perdeu a voz a rodo. Alguém na plateia até soltou um desgostoso “meeeu deus” durante Iron ManGeezer Butler, em contrapartida, manteve a classe no baixo, tranquilão. Já Tony Iommi, inspiradíssimo, tocou sua guitarra com maestria ao longo de 1h40min, num setlist da The End Tour que priorizou o magma da era Osbourne frente ao Black Sabbath.

Inicialmente programada pros pesados ingleses de Birmingham, a noite na cheia Pedreira Paulo Leminski (23 mil de público) acabou sendo, na real, d’outra banda. De Long Beach, Califórnia:

Rival Sons. Continuar lendo

The Man Who Sold the World => o lado hard/heavy de David Bowie

the man who sold the worldEm 1970, o camaleão do rock virou um marido apaixonado. Recém casado com a atriz/modelo Angie Barnett, o mancebo só tinha olhos pra amada, ficando mais tempo deitadão com ela no sofá de casa do que com sua banda.

Sacando a falta de foco do chefe, o guitarrista Mick Ronson e o baixista & produtor Tony Visconti chamaram a chincha pra si e compuseram a maioria dos arranjos que entrariam no sucessor de Space Oddity (1969). Continuar lendo

Black Sabbath => a fila de cinema que mudou os rumos da banda

sabbath“Estranho as pessoas pagarem tanta grana pra ver filmes de terror, né”. A declaração de Geezer Butler, dada ao reparar o tamanho da fila disposta a ver a película Black Sabbath, estrelada por Boris Karloff, despretensiosamente mudou os rumos da maior banda de rock pesado da história. Continuar lendo

Judas Priest ofusca Ozzy e Motörhead e rouba a cena no Monsters Tour de Curitiba

monsters tourQuem foi à pedreira Paulo Leminski na terça-feira, 28, motivado por Lemmy Kilmister e Ozzy Osbourne (meu caso) teve uma grata surpresa na etapa curitibana do Monsters Tour – e justo no intermédio das apresentações dos dois. Em grande forma, Rob Halford provou que, ao contrário do que Paul Stanley apregoou ao G1, é possível cantar ainda melhor com o passar do tempo. Continuar lendo

Ozzy Osbourne => O Madman sensato (e hilário)

ozielComo você se sentiria sendo aconselhado por um cidadão que abusou do álcool e das drogas por 40 anos? Provavelmente não o levaria muito a sério, presumo. Mas e se as palavras do citadino fossem estranhamente sensatas e até fizessem sentido? Pois é isso que o leitor de Confie em Mim, eu sou o Dr. Ozzy vai encontrar: uma inesperada e divertida sabedoria calcada na (sobre)vivência. Continuar lendo