1001 grandes álbuns desse mundão (parte 23)

metallica black album 1991Quer dizer então que estamos em dois mil e dezenove depois de Cristo?

Rapaz, como o tempo passa…

Pois muito que bem. Passando com ele, vem agora mais uma parte da épica lista dos 1001 grandes álbuns desse mundão, a qual adentra sua terceira temporada – e sua vigésima terceira sequência.

Oloco! Continuar lendo

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1001 grandes álbuns desse mundão (parte 14)

blood sugar sex magikPrivilegiando discos do início de suas respectivas décadas, preenchi a nova sequência dos 1001 grandes álbuns desse mundão \o/

Nesta parcial, o mote é a segurança. Busquei trabalhos que conheço – e gosto – há um bom tempo, principalmente os dos anos 1980 e 1990.

Exemplos:

Boy eu ouço desde criança (sem trocadilho).  Use Your IllusionKill ‘Em All Ten chegaram na puberdade/adolescência, cada qual num momento específico, enquanto Blood Sugar entrou na fase adulta e fincou lugar imutável nas esferas super-superiores das minhas preferências audiófilas. Culpa do auge de John Frusciante…

Pois bora encerrar o prólogo e conferir a parte 14 inteira?  Continuar lendo

1001 grandes álbuns desse mundão (parte 5)

rolling stones 12 x 5Quando comecei esta empreitada, minha intenção era fugir do pragmatismo das listas corriqueiras. Evitar classificações por gênero ou época. Apenas repartir o todo e pegar 20 discos bacanas por post, sem amarras.

Mas venho passando por período mais regrado na vida, então fiz concessões. Tal qual a parte 4, dedicada exclusivamente a obras brasileiras, aqui na parte 5 dos 1001 grandes álbuns desse mundão também rola uma lógica: um exemplar de cada temporada, de 1956 a 1975. Continuar lendo

Black Sabbath toca setlist clássico na Pedreira Paulo Leminski, mas quem brilha é a banda de abertura, Rival Sons

sabbath-rival-sonsOzzy não tava legal. Desafinou/perdeu a voz a rodo. Alguém na plateia até soltou um desgostoso “meeeu deus” durante Iron ManGeezer Butler, em contrapartida, manteve a classe no baixo, tranquilão. Já Tony Iommi, inspiradíssimo, tocou sua guitarra com maestria ao longo de 1h40min, num setlist da The End Tour que priorizou o magma da era Osbourne frente ao Black Sabbath.

Inicialmente programada pros pesados ingleses de Birmingham, a noite na cheia Pedreira Paulo Leminski (23 mil de público) acabou sendo, na real, d’outra banda. De Long Beach, Califórnia:

Rival Sons. Continuar lendo

The Man Who Sold the World => o lado hard/heavy de David Bowie

the man who sold the worldEm 1970, o camaleão do rock virou um marido apaixonado. Recém casado com a atriz/modelo Angie Barnett, o mancebo só tinha olhos pra amada, ficando mais tempo deitadão com ela no sofá de casa do que com sua banda.

Sacando a falta de foco do chefe, o guitarrista Mick Ronson e o baixista & produtor Tony Visconti chamaram a chincha pra si e compuseram a maioria dos arranjos que entrariam no sucessor de Space Oddity (1969). Continuar lendo

Black Sabbath => a fila de cinema que mudou os rumos da banda

sabbath“Estranho as pessoas pagarem tanta grana pra ver filmes de terror, né”. A declaração de Geezer Butler, dada ao reparar o tamanho da fila disposta a ver a película Black Sabbath, estrelada por Boris Karloff, despretensiosamente mudou os rumos da maior banda de rock pesado da história. Continuar lendo

Judas Priest ofusca Ozzy e Motörhead e rouba a cena no Monsters Tour de Curitiba

monsters tourQuem foi à pedreira Paulo Leminski na terça-feira, 28, motivado por Lemmy Kilmister e Ozzy Osbourne (meu caso) teve uma grata surpresa na etapa curitibana do Monsters Tour – e justo no intermédio das apresentações dos dois. Em grande forma, Rob Halford provou que, ao contrário do que Paul Stanley apregoou ao G1, é possível cantar ainda melhor com o passar do tempo. Continuar lendo

Ozzy Osbourne => O Madman sensato (e hilário)

ozielComo você se sentiria sendo aconselhado por um cidadão que abusou do álcool e das drogas por 40 anos? Provavelmente não o levaria muito a sério, presumo. Mas e se as palavras do citadino fossem estranhamente sensatas e até fizessem sentido? Pois é isso que o leitor de Confie em Mim, eu sou o Dr. Ozzy vai encontrar: uma inesperada e divertida sabedoria calcada na (sobre)vivência. Continuar lendo