Antes de se tornar lenda no Botafogo, Nílton Santos tentou a sorte no Fluminense

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Arquivo Público do Estado de São Paulo. Memória Pública – Jornal Última Hora.

Não é à toa que Nílton Santos batiza estádio onde o Botafogo fez casa. Em General Severiano (e na Seleção Brasileira), o mancebo virou o maior lateral-esquerdo já visto pelo mundo da bola.

Acontece que a bela história bem podia ser outra. Pois antes do Fogão, a Enciclopédia tentou a sorte no Fluminense. Continuar lendo

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Festival Brasileiro de Futebol, 1997 => Coritiba bate o Botafogo e é campeão nos pênaltis

coxa festival futebolNo finalzinho de 1997, o SBT aproveitou o gap no calendário da bola nacional e organizou o portentoso Festival Brasileiro de Futebol. Continuar lendo

Juventude x Botafogo, Copa do Brasil de 1999 => A final mais legal da história da competição

juventude x botafogo, primeira final da copa do brasil de 1999Juventude e Botafogo foram os finalistas da Copa do Brasil de 1999.

Pra chegar lá, derrotaram camisas pesadas e provaram na marra que podiam representar o país na Copa Libertadores da América da temporada seguinte. Continuar lendo

Campeonato Brasileiro de 1996 => O milagre que botou a Portuguesa no mata-mata

lusa 2Domingo, 24 de novembro de 1996. Última rodada da primeira fase do Campeonato Brasileiro.

Internacional, Sport, Goiás, São Paulo e Portuguesa têm chance de garantir vaga aos playoffs. Só dois assentos estão disponíveis, contudo. Continuar lendo

A maior goleada da história do futebol brasileiro já passou dos 100 anos, e pertence ao Botafogo

botafogo goleadaPra quem acha que a máxima “tem coisas que só acontecem com o Botafogo” sempre carrega viés negativo, venho a público provar que não. Por mais que a Estrela Solitária abuse das capacidades cardíacas do torcedor, ao menos um feito invejável ela conseguiu:

Impor a maior goleada da história do futebol brasileiro. Continuar lendo

Sicupira => o ídolo do Atlético-PR que quase jogou no Coritiba

Sicupira_170114120829Barcímio Sicupira fez história com a camisa 8 rubro-negra. Atuando pelo Atlético-PR entre 1968 e 1975, conquistou o título paranaense de 1970 e tornou-se o maior artilheiro do clube em todos os tempos, com 158 gols. Ah, também foi o goleador-mor nos estaduais de 1970 (20) e 1972 (29).

Apesar da identificação com o pessoal da Baixada, por pouco o rapaz não figurou no escrete de uma certa equipe do Alto da Glória, ainda no juvenil. Continuar lendo