Campeonato Brasileiro de 1985: Coritiba recupera-se de primeiro turno difícil e ascende rumo ao título do Brasileirão

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Formação coxa-branca com a camisa jogadeira, na final do Brasileirão, da esquerda para a direita: Gomes, Heraldo, Almir, Rafael, André e Dida (em pé). Lela, Marildo, Índio, Toby e Édson (agachados). [Foto: Rodolpho Machado/Abril].

O Coritiba viveu intensas emoções no Campeonato Brasileiro de 1985. Depois de terminar o turno da primeira fase em antepenúltimo em sua chave, a equipe ganhou força no returno, embalando rumo à inédita conquista da Taça de Ouro. Continuar lendo

Especial Trio de Ferro: As 10 camisas mais bonitas do Coritiba

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(Foto: Alambrado FC)

Hora de lista! Pensando nos tempos em que acompanho futebol com maior lembrança, de 1997 para cá, elenquei as camisas mais bonitas dentre as quais vi o Coritiba adentrar gramados. Continuar lendo

Meu Atletiba marcante => Nivaldo Carneiro

nivaldo carneiro

Card de álbum de figurinhas dos anos 1980 (Crédito: ogol.com.br)

Em 27 de novembro de 1985, o Couto Pereira deveria ser palco de uma grande festa. No dia 10 daquele mês, o Athletico havia conquistado o título paranaense de forma antecipada, vencendo ambos os turnos. Fato que deixou a imprensa local em polvorosa, clamando pela realização de um Atletiba consagratório, de entrega de faixas, já que, na madrugada de 31 de julho a 1º de agosto daquele mesmo ano, o Coritiba sagrara-se campeão brasileiro.

Mas o que foi planejado como uma grande festa, no fim das contas, não acabou sendo nem uma coisa nem outra. Nada grande. Tampouco festa. Continuar lendo

Campeonato Brasileiro de 1979: Coritiba chega às semifinais do Brasileirão pela primeira vez

album de figurinhas do coritiba 1979

Álbum de figurinhas do Brasileirão de 1979, com alguns atletas do setor defensivo coxa-branca (Crédito: blog Tua Camisa Alviderde).

Os times montados pelo Coritiba entre 1971 e 1973 apresentaram o melhor futebol da história do clube – em especial o de 1973, tricampeão estadual e do Torneio do Povo, auge da Era de Ouro coxa-branca. Mas, em se tratando de Campeonato Brasileiro, o mais alto grau atingido àqueles tempos foi o quinto lugar de 1972. A tarefa de ir além e beliscar uma vaga na Copa Libertadores ficaria com a formação de 1979: a primeira do Verdão a terminar um Brasileirão entre os quatro melhores. Continuar lendo

Coritiba, Copa do Brasil de 1991: o primeiro paranaense a chegar às semifinais

coritiba grêmio copa do brasil 1991

Observado por Hélcio, Pachequinho tenta se livrar da marcação gremista, no gramado do Couto Pereira. Fonte: Gremio1983. wordpress.com.

Tostão, Chicão e Pachequinho. Em 1989, eles foram do céu ao inferno com a camisa verde e branca. Conquistaram o Campeonato Paranaense, encheram a torcida de esperança no Brasileirão… Mas um controverso rebaixamento barrou-os de, junto a um dos melhores grupos formados no Alto da Glória pós-década de 1970, alçar vôos nacionais mais altos. Dois anos depois, os três ajudaram o Coritiba a novamente realizar grande feito. Na Copa do Brasil de 1991, o Verdão tornou-se a primeira equipe do Paraná a alcançar as semifinais. Continuar lendo

Meu Atletiba marcante => Antônio Lopes

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(Foto: Djalma Vassao / Gazeta Press)

Quantos treinadores trabalharam no trio de ferro e podem dizer que foram bem-sucedidos em todos os três? Não muitos.

Mas Antônio Lopes pode.

Antônio Lopes foi. Continuar lendo

Rodrigão está chateado

Não é uma noite normal. Não. Definitivamente, não. A negativa pendular da cabeça, esquerda, direita… Esquerda, direita… O gingado do corpo sem ginga, que desobedece o que a mente planejou… Tudo isso atesta: não é uma noite normal. Não uma deste começo de 2019, pelo menos. Não uma das que ele se habituou a viver usando verde e branco. Continuar lendo

A regra é clara: bordão de Arnaldo Cezar Coelho pode ter surgido em famoso Atletiba dos anos 1960

Arnaldo Cezar Coelho popularizou a frase “a regra é clara” nos tempos de comentarista de arbitragem na Rede Globo. Mas o termo lhe surgiu antes, quando ainda apitava. Em entrevista exclusiva, ele revelou a possibilidade de ter dito o bordão pela primeira vez no vestiário do estádio Durival Britto e Silva, ao fim do emocionante Atletiba que sacramentou o Campeonato Paranaense de 1968.

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(Foto: Arquivo/GRPCOM)

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Papo de Mattar 01: Atletiba do 4×3 (com Carneiro Neto)

Papo de Mattar_capaDesde o início do ano, comecei a entrevistar pessoas imaginando escrever um livro sobre Atletibas. Um papo mais massa que o outro. O primeiro deles, com o jornalista Carneiro Neto, rendeu tanto que achei um desperdício deixar a entrevista parada no computador, enquanto não chegasse a hora de sentar e escrever.

Então resolvi montar este piloto de programa de rádio, ou podcast, como os jovens de hoje tanto apregoam, pegando o áudio da entrevista do Carneiro. O resultado ficou isso aí embaixo. Continuar lendo

Atletiba – A paixão das multidões => A pedra fundamental da maior rivalidade paranaense, com ares de café da Boca Maldita

foto 1Pense nos cafés da Europa Central. Século XX, pré-estouro totalitário. Boleiros resenhando horas e horas, debatendo e defendendo o estilo fluido, cheio de passes, praticamente uma valsa, com que o Wunderteam da Áustria do craque Sindelar atuava e encantava.

Transponha este clima à Boca Maldita e pronto: tem-se Atletiba – A paixão das multidões. Uma obra que, celebrando os então 70 anos do maior clássico do futebol paranaense, remete a românticos tempos nos quais o profissionalismo andava a passos bastante, bastante diferentes dos que nos habituamos a vivenciar hoje em dia. Continuar lendo