Rodrigão está chateado

Não é uma noite normal. Não. Definitivamente, não. A negativa pendular da cabeça, esquerda, direita… Esquerda, direita… O gingado do corpo sem ginga, que desobedece o que a mente planejou… Tudo isso atesta: não é uma noite normal. Não uma deste começo de 2019, pelo menos. Não uma das que ele se habituou a viver usando verde e branco. Continuar lendo

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A regra é clara: bordão de Arnaldo Cezar Coelho pode ter surgido em famoso Atletiba dos anos 1960

Arnaldo Cezar Coelho popularizou a frase “a regra é clara” nos tempos de comentarista de arbitragem na Rede Globo. Mas o termo lhe surgiu antes, quando ainda apitava. Em entrevista exclusiva, ele revelou a possibilidade de ter dito o bordão pela primeira vez no vestiário do estádio Durival Britto e Silva, ao fim do emocionante Atletiba que sacramentou o Campeonato Paranaense de 1968.

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(Foto: Arquivo/GRPCOM)

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Papo de Mattar 01: Atletiba do 4×3 (com Carneiro Neto)

Papo de Mattar_capaDesde o início do ano, comecei a entrevistar pessoas imaginando escrever um livro sobre Atletibas. Um papo mais massa que o outro. O primeiro deles, com o jornalista Carneiro Neto, rendeu tanto que achei um desperdício deixar a entrevista parada no computador, enquanto não chegasse a hora de sentar e escrever.

Então resolvi montar este piloto de programa de rádio, ou podcast, como os jovens de hoje tanto apregoam, pegando o áudio da entrevista do Carneiro. O resultado ficou isso aí embaixo. Continuar lendo

Atletiba – A paixão das multidões => A pedra fundamental da maior rivalidade paranaense, com ares de café da Boca Maldita

foto 1Pense nos cafés da Europa Central. Século XX, pré-estouro totalitário. Boleiros resenhando horas e horas, debatendo e defendendo o estilo fluido, cheio de passes, praticamente uma valsa, com que o Wunderteam da Áustria do craque Sindelar atuava e encantava.

Transponha este clima à Boca Maldita e pronto: tem-se Atletiba – A paixão das multidões. Uma obra que, celebrando os então 70 anos do maior clássico do futebol paranaense, remete a românticos tempos nos quais o profissionalismo andava a passos bastante, bastante diferentes dos que nos habituamos a vivenciar hoje em dia. Continuar lendo

Chuva

Você sabe como se forma a chuva? Digo, a chuva de verdade, não a famosa balela do vapor condensado? Pois Maurício de Sousa elucidou a questã num gibizão da Turma da Mônica, folheado na infância. Trata-se do lamento de São Pedro (São Paulo?), superado por São Paulo (São Pedro?) nos joguinhos/desafios disputados no reino celestial. Continuar lendo

Beija-Flor no Alto da Glória => A curta passagem de Dadá Maravilha pelo Coritiba (1983)

dario-no-coxaDario foi um dos maiores goleadores que nosso futebol já viu. Tricampeão mundial com a Seleção de 1970 e brasileiro com Atlético-MG (1971) e Internacional (1976), o rapaz marcou 926 gols na carreira, suficientes pra botá-lo no top 5 de matadores tupiniquins, atrás de Túlio (1.000), Romário (1.002), Friedenreich (1.239) e Pelé (1.284).

Além de Galo e Colorado, Dadá Maravilha também colecionou passagens por diversos outros times. Entre eles, o Coritiba. Continuar lendo

Copa Sulamericana de 2016 => Com Wilson soberbo, Coritiba quebra tabus históricos e vence Belgrano na Argentina

coritiba-belgrano-sulamericanaCórdoba, 28 de setembro de 2016. Oitavas de final da Copa Sulamericana.

Wilson sai da pequena área e se dirige à marca da cal, tentando intimidar Luna. Desde que a série de penalidades começou, o goleiro do Coritiba fez isso em todas as cobranças do Belgrano. Por ora, nenhum sucesso. Continuar lendo

Brasileirão de 1998: a campanha mais legal do passado recente do Coritiba

coritiba 1998Fui uma criança de sorte. Logo no primeiro ano frequentando estádios de futebol, 1998, vi meu time do coração chegar aos playoffs do Campeonato Brasileiro – o que, convenhamos, não era nada fácil se você torcia por um paranaense. Continuar lendo

Campeão brasileiro de 1985, Toby trocou o Coritiba pelo vice Bangu no ano seguinte

tobyQuando pensamos em Toby, os termos Coritiba Campeonato Brasileiro de 1985 logo surgem à mente. O ex-meia, afinal, foi fundamental na maior conquista da história do Coxa, obtida sobre o Bangu. Mas há outra página bastante curiosa na biografia boleira do rapaz.

Na temporada seguinte ao título, Dorival Mateus da Costa trocou o Alto da Glória justamente pelo clube de Moça Bonita, onde permaneceu até 1989. Continuar lendo