Coritiba, Copa do Brasil de 1991: o primeiro paranaense a chegar às semifinais

coritiba grêmio copa do brasil 1991

Observado por Hélcio, Pachequinho tenta se livrar da marcação gremista, no gramado do Couto Pereira. Fonte: Gremio1983. wordpress.com.

Tostão, Chicão e Pachequinho. Em 1989, eles foram do céu ao inferno com a camisa verde e branca. Conquistaram o Campeonato Paranaense, encheram a torcida de esperança no Brasileirão… Mas um controverso rebaixamento barrou-os de, junto a um dos melhores grupos formados no Alto da Glória pós-década de 1970, alçar vôos nacionais mais altos. Dois anos depois, os três ajudaram o Coritiba a novamente realizar grande feito. Na Copa do Brasil de 1991, o Verdão tornou-se a primeira equipe do Paraná a alcançar as semifinais. Continuar lendo

Meu Atletiba marcante => Antônio Lopes

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(Foto: Djalma Vassao / Gazeta Press)

Quantos treinadores trabalharam no trio de ferro e podem dizer que foram bem-sucedidos em todos os três? Não muitos.

Mas Antônio Lopes pode.

Antônio Lopes foi. Continuar lendo

Rodrigão está chateado

Não é uma noite normal. Não. Definitivamente, não. A negativa pendular da cabeça, esquerda, direita… Esquerda, direita… O gingado do corpo sem ginga, que desobedece o que a mente planejou… Tudo isso atesta: não é uma noite normal. Não uma deste começo de 2019, pelo menos. Não uma das que ele se habituou a viver usando verde e branco. Continuar lendo

A regra é clara: bordão de Arnaldo Cezar Coelho pode ter surgido em famoso Atletiba dos anos 1960

Arnaldo Cezar Coelho popularizou a frase “a regra é clara” nos tempos de comentarista de arbitragem na Rede Globo. Mas o termo lhe surgiu antes, quando ainda apitava. Em entrevista exclusiva, ele revelou a possibilidade de ter dito o bordão pela primeira vez no vestiário do estádio Durival Britto e Silva, ao fim do emocionante Atletiba que sacramentou o Campeonato Paranaense de 1968.

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(Foto: Arquivo/GRPCOM)

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Papo de Mattar 01: Atletiba do 4×3 (com Carneiro Neto)

Papo de Mattar_capaDesde o início do ano, comecei a entrevistar pessoas imaginando escrever um livro sobre Atletibas. Um papo mais massa que o outro. O primeiro deles, com o jornalista Carneiro Neto, rendeu tanto que achei um desperdício deixar a entrevista parada no computador, enquanto não chegasse a hora de sentar e escrever.

Então resolvi montar este piloto de programa de rádio, ou podcast, como os jovens de hoje tanto apregoam, pegando o áudio da entrevista do Carneiro. O resultado ficou isso aí embaixo. Continuar lendo

Atletiba – A paixão das multidões => A pedra fundamental da maior rivalidade paranaense, com ares de café da Boca Maldita

foto 1Pense nos cafés da Europa Central. Século XX, pré-estouro totalitário. Boleiros resenhando horas e horas, debatendo e defendendo o estilo fluido, cheio de passes, praticamente uma valsa, com que o Wunderteam da Áustria do craque Sindelar atuava e encantava.

Transponha este clima à Boca Maldita e pronto: tem-se Atletiba – A paixão das multidões. Uma obra que, celebrando os então 70 anos do maior clássico do futebol paranaense, remete a românticos tempos nos quais o profissionalismo andava a passos bastante, bastante diferentes dos que nos habituamos a vivenciar hoje em dia. Continuar lendo

Chuva

Você sabe como se forma a chuva? Digo, a chuva de verdade, não a famosa balela do vapor condensado? Pois Maurício de Sousa elucidou a questã num gibizão da Turma da Mônica, folheado na infância. Trata-se do lamento de São Pedro (São Paulo?), superado por São Paulo (São Pedro?) nos joguinhos/desafios disputados no reino celestial. Continuar lendo

Beija-Flor no Alto da Glória => A curta passagem de Dadá Maravilha pelo Coritiba (1983)

dario-no-coxaDario foi um dos maiores goleadores que nosso futebol já viu. Tricampeão mundial com a Seleção de 1970 e brasileiro com Atlético-MG (1971) e Internacional (1976), o rapaz marcou 926 gols na carreira, suficientes pra botá-lo no top 5 de matadores tupiniquins, atrás de Túlio (1.000), Romário (1.002), Friedenreich (1.239) e Pelé (1.284).

Além de Galo e Colorado, Dadá Maravilha também colecionou passagens por diversos outros times. Entre eles, o Coritiba. Continuar lendo

Copa Sulamericana de 2016 => Com Wilson soberbo, Coritiba quebra tabus históricos e vence Belgrano na Argentina

coritiba-belgrano-sulamericanaCórdoba, 28 de setembro de 2016. Oitavas de final da Copa Sulamericana.

Wilson sai da pequena área e se dirige à marca da cal, tentando intimidar Luna. Desde que a série de penalidades começou, o goleiro do Coritiba fez isso em todas as cobranças do Belgrano. Por ora, nenhum sucesso. Continuar lendo