1001 grandes álbuns desse mundão (parte 33)

sarah jane absence 2019Boa parte – aliás, a maior parte do material que configura a minha lista dos 1001 grandes álbuns desse mundão – vem de décadas deveras anteriores ao momento musical atual. Só que agora, ora pois, pra variar, resolvi, embora a representatividade da parte 33 mantenha o panorama médio do projeto, ora pois, pra variar, quero exaltar um exemplo atual, que acabou de sair do forno. Continuar lendo

1001 grandes álbuns desse mundão (parte 32)

led zeppelin IVNum segmento que privilegia os anos 1970 e manifestações mais recentes da música brasileira dos idos de 2010, eis a parte 32 dos 1001 grandes álbuns desse mundão. Continuar lendo

1001 grandes álbuns desse mundão (parte 25)

caetano veloso transa 1972Senhoras e senhores, a parte 25 dos 1001 grandes álbuns desse mundão tá no ar!

Quando o mês de abril chegar, a empreitada terá oficialmente ultrapassado a barreira da metade. Ainda há muito chão até o fim, eu sei, mas um baita trabalho já foi feito por ora. Muita música ouvida, muito álbum legal no recheio… Uma experiência deveras enriquecedora.

Confira a nova fatia do bolo, abaixo. E que venham as próximas \o/ Continuar lendo

1001 grandes álbuns desse mundão (parte 23)

metallica black album 1991Quer dizer então que estamos em dois mil e dezenove depois de Cristo?

Rapaz, como o tempo passa…

Pois muito que bem. Passando com ele, vem agora mais uma parte da épica lista dos 1001 grandes álbuns desse mundão, a qual adentra sua terceira temporada – e sua vigésima terceira sequência.

Oloco! Continuar lendo

Wild Wood (1993) => Num mundo dominado por grunge e britpop, Paul Weller reaparece com disco marcante e cheio de soul

paul weller wild woodCamisas de flanela, vocais gritados e distorções despolidas imperavam de um lado do Atlântico. Do outro, uma série de bandas saudosas do glam e pop/rock sessentista começava a brotar, produzindo com esmero e fortes referências culturais.

No meio disso tudo ressurgiu Paul Weller. Amalgamando rock, soul e folk num espírito relaxado, o Modfather seguiu a toada do primeiro disco solo (Paul Weller, 1992) e ganhou confiança no sucessor Wild Wood, voltando à proeminência enquanto singer-songwriter na Grã-Bretanha. Continuar lendo