1001 grandes álbuns desse mundão (parte 15)

joy division unknown pleasuresGosto de reservar a primeira quinta do mês pra postar as novas entranças da listona. Atrasei um pouquinho desta vez. Não ligue. Não foi por mal. Havia apenas outros textos a escrever. Em junho eu volto ao prumo. Quer dizer, vou tentar. Nunca se sabe.

Muito bem. Falemos de música. Agora que me aproximo de 1/3 da tarefa completada, optei por um critério especial. Juntei na parte 15 discos os quais, num passado não tão remoto assim, fiquei horas dias semanas meses escutando. Sem parar mesmo.

A inspiração veio do exemplar da capa. Joy Division nunca foi a minha. Até que, sei lá, o santo bateu e ando ouvindo os caras direto. Sobretudo o Unknown Pleasures, pérola tão influenciadora às bandas de ontem. Hoje. E amanhã. Continuar lendo

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1001 grandes álbuns desse mundão (parte 14)

blood sugar sex magikPrivilegiando discos do início de suas respectivas décadas, preenchi a nova sequência dos 1001 grandes álbuns desse mundão \o/

Nesta parcial, o mote é a segurança. Busquei trabalhos que conheço – e gosto – há um bom tempo, principalmente os dos anos 1980 e 1990.

Exemplos:

Boy eu ouço desde criança (sem trocadilho).  Use Your IllusionKill ‘Em All Ten chegaram na puberdade/adolescência, cada qual num momento específico, enquanto Blood Sugar entrou na fase adulta e fincou lugar imutável nas esferas super-superiores das minhas preferências audiófilas. Culpa do auge de John Frusciante…

Pois bora encerrar o prólogo e conferir a parte 14 inteira?  Continuar lendo

9 músicas essenciais pra se ouvir na vida => José Maltaca (Cactos)

josé_as nove maisInicio hoje um projetinho maroto, fortemente inspirado pelo livro “Você tem que ouvir isso!” do jornalista Luiz Cesar Pimentel.

Neste balangandã, pergunto a cidadãos e cidadãs quais músicas consideram importantes de se ouvir na vida. Mas com uma ressalva: em vez de referências às novas gerações, tal feito por Pimentel, peço apenas 9 faixas “boas”. Dentro ou fora do radar.

Como não podia deixar de ser, a cobaia do negócio foi meu prestativo parceiro de banda, José Maltaca. Eis então as escolhidas pelo batera do Cactos: Continuar lendo