Pedreira Paulo Leminski, 1993 => A primeira vez de Paul McCartney em Curitiba

paul pedreira 1993

(Crédito: João Bruschz/Gazeta do Povo)

Por onde você andava às 20h do dia 5 de dezembro de 1993? Eu, criança de quase três anos (um centésimo da idade de Curitiba) provavelmente estava sob os cuidados de mãe e pai, em casa, àquele domingo. Domingo histórico.

Enquanto isso, Paul McCartney ganhava o palco da lotada Pedreira Paulo Leminski ao som de Drive my Car, arrancando aplausos da plateia ávida pela oportunidade de curtir um membro dos Beatles bem ali. Pertinho. Continuar lendo

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Prime Rock Brasil => Um resumo do que rolou na Pedreira Paulo Leminski

prime rock brasil

Sábado (8) foi um dia bastante especial em Curitiba. Lendas do rock nacional se reuniram sob um sol de rachar e tocaram por mais de 12 horas na Pedreira Paulo Leminski, celebrando suas obras no festival Prime Rock Brasil.

Segue abaixo um relato do que rolou em cada apresentação, organizado em ordem qualitativa (de acordo com a minha opinião, sempre bom frisar). Infelizmente o físico me impediu de ver os últimos atos do evento – Jota Quest e Capital Inicial. Estes fico devendo. Continuar lendo

Summer Break Festival => Em Curitiba, Noel Gallagher toca setlist mais focado na carreira solo

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(Foto: Guilherme Mattar)

Abrindo ao U2 em São Paulo, ano passado, Noel Gallagher destinou quase metade do repertório à banda que o consagrou. Agora, em Curitiba, o valor relativo do antigo trabalho caiu a um terço. Continuar lendo

Black Sabbath toca setlist clássico na Pedreira Paulo Leminski, mas quem brilha é a banda de abertura, Rival Sons

sabbath-rival-sonsOzzy não tava legal. Desafinou/perdeu a voz a rodo. Alguém na plateia até soltou um desgostoso “meeeu deus” durante Iron ManGeezer Butler, em contrapartida, manteve a classe no baixo, tranquilão. Já Tony Iommi, inspiradíssimo, tocou sua guitarra com maestria ao longo de 1h40min, num setlist da The End Tour que priorizou o magma da era Osbourne frente ao Black Sabbath.

Inicialmente programada pros pesados ingleses de Birmingham, a noite na cheia Pedreira Paulo Leminski (23 mil de público) acabou sendo, na real, d’outra banda. De Long Beach, Califórnia:

Rival Sons. Continuar lendo

David Gilmour emociona Curitiba combinando novidades e sucessos do Pink Floyd na Pedreira Paulo Leminski

david gilmourA guitarra soberana. As músicas novas, mais impressionantes ao vivo do que em estúdio. Os solos do saxofonista João Mello, de volta à terra natal. O arsenal de hits do Pink Floyd.

Com ingredientes assim, não é difícil entender como David Gilmour fez 22 mil adultos plenos se emocionarem genuinamente em Curitiba, na noite de 14 de dezembro de 2015. Continuar lendo

Los Hermanos toca set “montanha russa” em show na Pedreira Paulo Leminski e empolga público de Curitiba

los hermanos 2Quando Renato Russo faleceu e a Legião Urbana acabou, em outubro de 1996, eu tinha 5 primaveras. Não pude vê-los ao vivo, nem observar o comportamento de seus fanáticos fãs – minha maior curiosidade, confesso.

Desta vez, no outubro de 2015, aproveitei a chance na Pedreira Paulo Leminski e assisti à banda cujos admiradores em muito lembram a Religião Urbana. Cuja poesia ou você ama ou despreza solenemente.

E olha, fiz bem, viu? Esta banda, Los Hermanos, ofereceu uma baita performance em Curitiba, dia 16. Pra aficionado nenhum botar defeito. Continuar lendo

Judas Priest ofusca Ozzy e Motörhead e rouba a cena no Monsters Tour de Curitiba

monsters tourQuem foi à pedreira Paulo Leminski na terça-feira, 28, motivado por Lemmy Kilmister e Ozzy Osbourne (meu caso) teve uma grata surpresa na etapa curitibana do Monsters Tour – e justo no intermédio das apresentações dos dois. Em grande forma, Rob Halford provou que, ao contrário do que Paul Stanley apregoou ao G1, é possível cantar ainda melhor com o passar do tempo. Continuar lendo

Kiss repete roteiro consagrado em show na Pedreira Paulo Leminski e conquista Curitiba

kissVai ter pirotecnia, maquiagem, trajes espalhafatosos. Gene Simmons vai cuspir fogo e sangue. Da guitarra de Tommy Thayer, herdeiro de Ace Frehley, vão sair bombas de artifício. A bateria de Eric Singer vai às alturas, tal qual fazia Peter Criss. Paul Stanley vai fazer um número no meio da galera e depois quebrar seu instrumento, já no fim do show. Show este que vai terminar com Rock and Roll All Nite.

O fã do Kiss está careca de saber o que acontecerá na performance da banda naquele 21 de abril, na Pedreira Paulo Leminski. Há 40 anos é assim. Mas ele não está nem aí. Continuar lendo