1001 grandes álbuns desse mundão (parte 23)

metallica black album 1991Quer dizer então que estamos em dois mil e dezenove depois de Cristo?

Rapaz, como o tempo passa…

Pois muito que bem. Passando com ele, vem agora mais uma parte da épica lista dos 1001 grandes álbuns desse mundão, a qual adentra sua terceira temporada – e sua vigésima terceira sequência.

Oloco! Continuar lendo

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1001 grandes álbuns desse mundão (parte 14)

blood sugar sex magikPrivilegiando discos do início de suas respectivas décadas, preenchi a nova sequência dos 1001 grandes álbuns desse mundão \o/

Nesta parcial, o mote é a segurança. Busquei trabalhos que conheço – e gosto – há um bom tempo, principalmente os dos anos 1980 e 1990.

Exemplos:

Boy eu ouço desde criança (sem trocadilho).  Use Your IllusionKill ‘Em All Ten chegaram na puberdade/adolescência, cada qual num momento específico, enquanto Blood Sugar entrou na fase adulta e fincou lugar imutável nas esferas super-superiores das minhas preferências audiófilas. Culpa do auge de John Frusciante…

Pois bora encerrar o prólogo e conferir a parte 14 inteira?  Continuar lendo

Bateria do Dead Kennedys + guitarra do Parliament/Funkadelic => A formação mais louca do Red Hot Chili Peppers

red hotAntes de Chad Smith assumir as baquetas e John Frusciante tomar conta da guitarra do Red Hot Chili Peppers, no fim dos anos 80, a banda contou com lineups mui loucos. O mais surreal rolou em 1988, e teve vida curtíssima. Continuar lendo

15 covers pra se ouvir de varde por aí

cover versionVivemos num mar de releituras. Pensando nisso, o It’s not only Rock foi atrás de 15 interpretações interessantes feitas por artistas mundão afora, as quais muitas vezes até demoramos a saber da existência. Continuar lendo

John Frusciante: uma vida que rende filme, e dos bons

frusçaSe tem um cara cuja trajetória daria uma baita película, este é John Frusciante. Do alto das 40 e tantas primaveras de vida, o citadino passou por poucas e boas, indo de guitarrista prodígio no fim dos anos 80 a morto-vivo na década seguinte. Numa incrível capacidade de recuperação, largou as drogas e mostrou que ainda tinha muita lenha pra queimar. Tanto no Red Hot Chili Peppers como fora dele. Continuar lendo