Especial Copa do Mundo => As 5 camisas mais bonitas usadas pela Seleção Brasileira

seleção brasileiraNem só de tática, de técnica, do jogo em si vive a Copa do Mundo. Os adeptos do bom e velho balípodo também prestam atenção noutros pormenores – entre eles as vestes dos escretes.

Ativei meu lado estético e elenquei, assim sendo, dentre as camisas envergadas pela Seleção Brasileira em mundiais, as que considero mais bonitas.

Privilegiei certames com fotos coloridas disponíveis, melhorando a apreciação. Visualizar arquivos menos nítidos, de Copas antigas, torna o julgamento um tanto complicado. Por isso os evitei. Continuar lendo

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“Bota ponta na Seleção, Telê!” => A crítica ao trabalho de Telê Santana no Brasil de 1982

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(Crédito: ESPN)

O futebol brasileiro dos últimos 30 anos nos habituou às linhas de quatro, ao meio-campo povoado, aos laterais fazendo o corredor e avançando. Mas nem sempre foi assim. Durante bom tempo, a tarefa de ocupar os flancos agudos, ir à linha de fundo e centrar/driblar coube aos pontas. Verdadeiras instituições nacionais.

Telê Santana virou treinador do Brasil justo no período desta transição, em 1980. Procurava ele o equilíbrio entre talento e preparo físico. Um elixir que julgou ter encontrado através do falso ponta – aquele que, escreve Paulo Vinícius Coelho no livro Escola Brasileira de Futebol (ed. Objetiva, 2018), “entrasse em diagonal e jogasse como mais um homem de meio de campo”. Tal qual Telê quando jogador. Continuar lendo

Chateado com a ausência de Neto na Copa de 1990, Tom Zé compôs música em sua homenagem

cantando com a plateiaSebastião Lazaroni irritou bastante brasileiro ao não convocar Neto à Copa do Mundo de 1990. Gerou-se uma comoção forte no país, praticamente unânime, que em nada aliviou a péssima imagem associada àquela Seleção, eliminada nas oitavas de final pela Argentina.

Entre os revoltados estava Tom Zé, corintiano célebre e amigo pessoal do xodó da Fiel. Continuar lendo

Caju => O goleiro do Atlético-PR que foi destaque do Brasil no Sul-Americano de 1942

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(Crédito: Atlético-PR)

Weverton não foi o primeiro goleiro do Atlético-PR a brilhar na Seleção Brasileira. Mais de meio século antes do ouro olímpico na Rio-2016, outro baita rubro-negro burlou o bairrismo e fez bonito sob as traves nacionais: Caju. Continuar lendo

Copa América, 1995 => Mão de Túlio ajudou Brasil a eliminar a Argentina e chegar às semifinais

túlio copa américa 1995O mundo, meus amigos, ele é uma roda. Eliminado da Copa América Centenário pelo Peru graças – entre outros aspectos – a um gol de mão de Raúl Ruidíaz, o Brasil já foi favorecido no passado por igual irregularidade impune.

No certame de 1995, enfrentamos a Argentina nas quartas de final e desclassificamos nossos vizinhos com ajuda do braço esquerdo de Túlio Maravilha. Continuar lendo

França, 1982 => o exemplo europeu de futebol ofensivo na Copa do Mundo

frança copa do mundo de 1982Quando se fala na Copa do Mundo de 1982, o Brasil de Falcão, Zico, Cerezo e companhia logo salta à mente como sinônimo de jogo bonito. Mas se engana quem acha que apenas a Canarinho brilhou nos campos espanhóis.

Capitaneada por Michel Platini, a França driblou a desconfiança inicial com uma pelota convincente, e por muito pouco não decidiu o título com a Itália. Continuar lendo

São Marcos I, o elegante primeiro goleiro da Seleção Brasileira

marcos carneiro de mendonçaO primeiro ídolo do futebol nacional não foi Friedenreich. Sequer tinha função ofensiva, aliás. Sofria com problemas nos pulmões e arritmia cardíaca na juventude. Só jogaria bola se encontrasse um posto no qual não precisasse correr. Pois assim fez o arqueiro inaugural da história da Seleção Brasileira. Continuar lendo